terça-feira, 3 de julho de 2012
RETALHOS SOPRADOS DO CORAÇÃO
segunda-feira, 2 de julho de 2012
(NÃO É FÁCIL) ESCREVER PARA TI
Escrever para ti…
É encher de brilho meus olhos
Com o suor que me escapa da mão
É dar-te ramos de rosas aos molhos
De quantos afetos habitam meu coração!
Escrever para ti…
É murmurar o que penso
Do amor que trago no seio
Somos um todo imenso
Sem nada no nosso meio!
Escrever para ti…
É repousar o pensamento
Em laços moldados ao peito
É querer(-te) mais que o momento
Em que és meu sonho perfeito!
Escrever para ti…
É dar-te o melhor de mim
Em linhas nossas, sentidas!
É caminhar sem olhar o fim
Como meras recordações vividas!
Escrever para ti…
É o meu fiel eco
Um grito de emoção
Contigo eu peco
Esquecendo a razão!
Escrever para ti…
É (d)escrever-te como és
Escrever para ti…
É amar-te da cabeça aos pés!...
É encher de brilho meus olhos
Com o suor que me escapa da mão
É dar-te ramos de rosas aos molhos
De quantos afetos habitam meu coração!
Escrever para ti…
É murmurar o que penso
Do amor que trago no seio
Somos um todo imenso
Sem nada no nosso meio!
Escrever para ti…
É repousar o pensamento
Em laços moldados ao peito
É querer(-te) mais que o momento
Em que és meu sonho perfeito!
Escrever para ti…
É dar-te o melhor de mim
Em linhas nossas, sentidas!
É caminhar sem olhar o fim
Como meras recordações vividas!
Escrever para ti…
É o meu fiel eco
Um grito de emoção
Contigo eu peco
Esquecendo a razão!
Escrever para ti…
É (d)escrever-te como és
Escrever para ti…
É amar-te da cabeça aos pés!...
Quando penso que mais um poema se fez
Dizendo(-te) a verdade, menti…
Curvo-me perante minha pequenez
Não é fácil escrever para ti!
Dizendo(-te) a verdade, menti…
Curvo-me perante minha pequenez
Não é fácil escrever para ti!
28.06.12
domingo, 1 de julho de 2012
CONVITE LANÇAMENTO DO LIVRO - ESTÁ QUASEEE!
LANÇAMENTO DO LIVRO DE POESIA DE JESSICA NEVES
DIA 14 DE JULHO, PELAS 17 HORAS, NO CAFÉ SANTA CRUZ, EM COIMBRA!
APROXIMA-SE UM/O GRANDE DIA!
Para meu desejo e desejo de muitos que me rodeiam!
Para meu desejo e desejo de muitos que me rodeiam!
Aos leitores, deixo o convite e espero contar com a vossa presença :)
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DEIXO UM VÍDEO QUE ME FOI ENVIADO COM TODO O CARINHO PELA SONIA CHRISTINA (BRISA DO MAR) QUE FEZ QUESTÃO DE ILUSTRAR UM POEMA MEU (COM ALGUMAS INFORMAÇÕES ADICIONAIS SOBRE O LANÇAMENTO DO LIVRO):
http://www.youtube.com/watch?v=XVaDE7p_pGc
OBRIGADA SONIA CHRISTINA PELO TEU CARINHO ALÉM-MAR, FELICIDADES!
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DEIXO UM VÍDEO QUE ME FOI ENVIADO COM TODO O CARINHO PELA SONIA CHRISTINA (BRISA DO MAR) QUE FEZ QUESTÃO DE ILUSTRAR UM POEMA MEU (COM ALGUMAS INFORMAÇÕES ADICIONAIS SOBRE O LANÇAMENTO DO LIVRO):
http://www.youtube.com/watch?v=XVaDE7p_pGc
OBRIGADA SONIA CHRISTINA PELO TEU CARINHO ALÉM-MAR, FELICIDADES!
sábado, 30 de junho de 2012
(PRENDO-TE E) SOLTO A RAZÃO - ANA COELHO E JESSICA NEVES
O meu coração palpita
Com a angústia de não poder ajudar
As minhas veias cantam hinos de louvor
No fervor de o meu calor a ti chegar…
Prendo-te a mim, solto a razão
A cumplicidade pede um nós
Nada melhor que escutar o coração
Num cântico entoado a uma só voz
Melodias que os meus dias
Conhecem de cor, sem pautas
Semínimas que o vento empresta
Onde espalho a alegria que me resta...
E assim, de mãos enlaçadas
Prendo-te e solto a razão
Vivo num conto de fadas
E, à noite, falo-te baixinho ao coração.
sexta-feira, 29 de junho de 2012
QUERIA SER(-TE) TELA - DUETO ROSA FONSECA E JESSICA NEVES
A tela sem cor,
Esquecida tinha
No seu íntimo a palavra amor
O sonho secreto
De ser por ti rabiscada
Meu amuleto eleito
Ser tatuada
Ser arte...
Ser(-te) uma parte
À tardinha, cor de mar
Beijar(-te) ao brilho do luar
Adornado de fios coloridos
De contas douradas
Em rostos embevecidos
Peles banhadas em mel, entranhadas
Ser o leito repousante macio do entardecer...
Ser lentamente a chegada da noite nua
Onde me afogo sem pressa de adormecer
Em que és meu e eu sou tua
Num afago de encontros sem medos
E promessas de uma aurora resplandecente...
Tudo é transparente
Sem segredos…
Queria ser(-te) tela
Para antes de te amar
Baixinho, poder pintar
A rosa rubra mais bela!…
16.06.12
quinta-feira, 28 de junho de 2012
A BELEZA SEMPRE EXISTE NA SIMPLICIDADE
A beleza existe...
No voo da andorinha
Em liberdade pelo céu
No bater d'asas da libelinha
Ao teu olhar povoando o meu...
A beleza existe...
No meu sorriso encarando o horizonte
Na sede que persiste
Ao encanto da água da fonte...
A beleza existe...
No canto suave
Do belo rouxinol
No arco-íris pincelando ao de leve
Os raios de sol...
A beleza existe...
Ao estender a mão
Em quem não desiste
D'escutar seu coração!
Existe beleza
Ao contemplar a pureza
Nos prazeres da (sua) natureza…
Ao contemplar a pureza
Nos prazeres da (sua) natureza…
Existe beleza
Em ti
Em mim
Aqui
No nosso jardim!
Em ti
Em mim
Aqui
No nosso jardim!
Tenho plena certeza
Que a maior beleza
Existe, na verdade:
Na (tua) simplicidade!
Que a maior beleza
Existe, na verdade:
Na (tua) simplicidade!
quarta-feira, 27 de junho de 2012
QUANDO TE AMEI PELA PRIMEIRA VEZ
Quando te amei pela primeira vez
O mundo era um mar de (a)braço dado à vida, leve
Eternizando o momento num voo de ave, suave…
Ainda te amo e nada se desfez!
Quando te amei pela primeira vez
Senti o perfume das glicínias beijar-me o rosto
Nem foi preciso d’olhos fechados contar até três
Teu sorriso deu-me a mais bela manhã de Agosto!
Teu olhar de mel tocou o meu
Minha boca logo se silenciou
O arco-íris acariciou o doce céu
E meu coração se apaixonou!
Quando te amei pela primeira vez
Eu era mar, tu eras terra
Só tu querias atingir o cume da serra
Agora tudo isso se (des)fez:
Somos os dois mar
Somos os dois terra
Atingimos o cume da serra
…Amar é completar!
Lembro-me de tudo:
Das mãos enlaçadas
Do peito a ferver…
Das bocas saciadas
Dos corpos a arder
Do nosso amor a três
Eu, tu e o brilho da lua
Hoje sinto-me (mais) tua
E sei
Que te amo mais do que amei…
Pela primeira vez!
16.06.12
terça-feira, 26 de junho de 2012
ÚLTIMA CEIA
Acendo mais um cigarro com o lume da vida alheia
Ressaltam indícios em lenços brancos carcomidos
Tombo lentamente chega-se a sombra da última ceia
Ao canto da sala (as)soam(-se) uns rumores arrependidos…
Há duas coisas que me movem no mundo: o amor e a fé!
O amor, esse já o esqueci… já nem sei o que é!…
Sustentavam-me os teus lábios, agora em tons de café
Talvez! Talvez um dia me consiga por de pé!…
Até lá, vou construindo castelos dentro de mim
Que o vento insiste em soprar p’ra longe, além…
Queria voltar a ser criança! Ingénua até ao fim!
No sítio onde (te) procuro, não está ninguém!…
Sinto-me?! Sei lá!
Escrevo e não respiro
Fervo, morro e deliro
E não estás cá…
09.06.12
Escrevo e não respiro
Fervo, morro e deliro
E não estás cá…
09.06.12
segunda-feira, 25 de junho de 2012
AOS OLHOS DO AMOR - DUETO PÉTALA E JESSICA NEVES
O teu rosto belo e fino
E com feições delicadas
Aos meus olhos foi um hino
Que me deixou sem palavras
Aos meus olhos foi um hino
Que me deixou sem palavras
Sem palavras e sem jeito
É como me deixas sempre
Teu sorriso a brotar do peito
Jamais me deixa indiferente
Olho e volto a olhar
E tudo em mim mudou
Com o teu jeito de amar
Mais apaixonado estou
És um autêntico beija-flor
No teu bico trazes(-me) melodia
Voas docemente ao encontro do meu sabor
E poisas teus lábios nos meus, fazendo cria!
Colheste uma rosa em flor
Que guardas junto ao peito
Teu sorriso é de amor
Que mais me deixa sem jeito
Que guardas junto ao peito
Teu sorriso é de amor
Que mais me deixa sem jeito
E assim junto ao teu doce peito
Guardas nosso amor perfeito!
Meu amor amo-te tanto
Tu és todo o meu encanto!
domingo, 24 de junho de 2012
(AMOR NÃO É) TRAIÇÃO
Amava-te mais que a minha própria vida
Enquanto tu acariciavas outro coração
Quisera ter coragem p’ra despedida…
P’ra mim, amor não é traição!
Os teus lábios não sabem (só) aos meus
Não escutamos a mesma canção
Cruzaram-se outros olhos com os teus…
P’ra mim, amor não é traição!
Na tua camisa um perfume alheio
Um batom rubro sem ser o meu…
Não gosto de me sentir no meio…
Neste inferno, prefiro ser céu!
Outra metade na tua mente…
Outro corpo na tua pele
Num sopro passo a indiferente
Quisera que fosses só meu, fiel…
Só vejo o fim!
Amor não é traição!
Não se abandona assim,
Um coração!...
14.06.12
Não escutamos a mesma canção
Cruzaram-se outros olhos com os teus…
P’ra mim, amor não é traição!
Na tua camisa um perfume alheio
Um batom rubro sem ser o meu…
Não gosto de me sentir no meio…
Neste inferno, prefiro ser céu!
Outra metade na tua mente…
Outro corpo na tua pele
Num sopro passo a indiferente
Quisera que fosses só meu, fiel…
Só vejo o fim!
Amor não é traição!
Não se abandona assim,
Um coração!...
14.06.12
sábado, 23 de junho de 2012
RETALHOS SOPRADOS DO CORAÇÃO
sexta-feira, 22 de junho de 2012
ENLACE DAS PALAVRAS
O enlace das palavras
Como cetim
Deslizando entre os dedos
Em versos soltos
Pura cascata
Em êxtase
O íntimo de mim
No ventre de cada poema
Eterno
O enlace das palavras
É como o enlace dos corpos.
17.06.12
quinta-feira, 21 de junho de 2012
MÃE… EU HOJE CHOREI
Mãe… eu hoje chorei!
O meu sonho passou aqui tão perto!
Trago o peito a ferver num amargo aperto.
Em vez de me levantar, fraquejei…
Baixei as armas e chorei!
Preciso tanto do teu colo, das tuas canções d’embalar…
Ainda não me levantei.
Preciso de ti p’ra me levantar!
Conta-me outra vez aquelas histórias, fala-me das fadas
Dos castelos onde só eu era rainha
Diz-me que naquelas histórias encantadas
A quimera era só minha…
Mãe… eu hoje chorei!
As lágrimas ao teu colo enxuguei…
Sabe bem recordar o passado!
Sabe bem ter-te a meu lado!
Obrigada Mãe!
Por sempre me quereres bem!
08.06.12
O meu sonho passou aqui tão perto!
Trago o peito a ferver num amargo aperto.
Em vez de me levantar, fraquejei…
Baixei as armas e chorei!
Preciso tanto do teu colo, das tuas canções d’embalar…
Ainda não me levantei.
Preciso de ti p’ra me levantar!
Conta-me outra vez aquelas histórias, fala-me das fadas
Dos castelos onde só eu era rainha
Diz-me que naquelas histórias encantadas
A quimera era só minha…
Mãe… eu hoje chorei!
As lágrimas ao teu colo enxuguei…
Sabe bem recordar o passado!
Sabe bem ter-te a meu lado!
Obrigada Mãe!
Por sempre me quereres bem!
08.06.12
quarta-feira, 20 de junho de 2012
FALA-ME DE TI (AO OUVIDO)
Fala-me de ti! Do sorriso que te pinta os lábios!
Diz-me porque são tão irresistíveis e tão sábios!
Fala-me de ti! Da melodia acesa que te embala…
Do perfume que deixa(mo)s espalhado pela sala…
Fala-me de ti! Desse olhar que me (e)leva até à lua!
Diz-me porque só a tua voz me arrepia ao ouvido!
Diz-me, porquê? Porque só a tua voz me atenua?!
Fala-me de ti neste versejar solto e desmedido…
Canta-me versos até despires todos os pardais
Sim, procura-me e encontra-te nos meus sinais!
Não me fales do vento (nem) d’amanhã
Fala-me antes desse teu sabor a hortelã
Confessa-me baixinho todas as fantasias
Em que me soletras até em noites vazias!
Fala-me de ti! Um dia, falar-te-ei de mim também!
De como, num ápice, ao apaixonar-me me senti alguém!
Eu sei que o amor… Oh, o amor! Não é de ninguém…
Só meu e teu.
Num abraço que aconchega o lugar mais íntimo do céu!
Fala-me de ti!
Hoje… e aqui!
Não esqueças as promessas
Como eu nunca esqueci…
[Nem quero
Mesmo que um dia te despeças
Fala-me ao ouvido, fala-me de ti
[Mesmo que venhas tarde… eu espero!...
06.06.12
terça-feira, 19 de junho de 2012
E A MÚSICA ACABOU AO MESMO TEMPO QUE NÓS
Só vi o tempo contra mim numa passada veloz
E de tanto gotejar, meu peito ficou sem voz…
Algum dia ouviste falar de ti, de mim, de nós?
Havia tanta melodia no silêncio da tua voz…
E a música acabou ao mesmo tempo que nós
Deixa a noite se apoderar
E levemente me apagar
Deixa o silêncio me levar
P’ra que possa ser noutro lugar…
E a música acabou ao mesmo tempo que nós
Deixa a noite se apoderar
E levemente me apagar
Deixa o silêncio me levar
P’ra que possa ser noutro lugar…
16.06.12
segunda-feira, 18 de junho de 2012
LAÇOS ALÉM MAR - JESSICA NEVES E LORENZO FERRARI
JESSICA NEVES E LORENZO FERRARI
Teu olhar na minha boca incendiada
Sinto-te (es)correr em pleno rio
Toco tua pele em fogo, arrepiada
Desatam os corpos em calafrio
Secam-me as palavras em desarranjo
Deixo-me levar neste voo cego
Onde o êxtase é meu piloto
E eu sendo teu destino.
E eu sendo teu destino
És mais que pedaço de mau caminho
Entranhado em minha pele
Que a ti sabe, doce mel…
Como posso desvencilhar de tal deusa das escritas
Se me tomas em palavras, em devaneios
Tal estado febril cria vertigens
Como a boca que cresce em busca da minha.
E eu sendo teu destino
És mais que pedaço de mau caminho
Entranhado em minha pele
Que a ti sabe, doce mel…
Como posso desvencilhar de tal deusa das escritas
Se me tomas em palavras, em devaneios
Tal estado febril cria vertigens
Como a boca que cresce em busca da minha.
A boca cresce em busca da tua
No despontar dum aceso verso
A minha pele arranha na tua, nua
Desfolhando assim o universo…
Este Universo de beleza impar
Onde só uma deusa se desnuda inteira
Tal visão que ofusca e encanta
Com palavras insuficientemente imperfeitas...
No despontar dum aceso verso
A minha pele arranha na tua, nua
Desfolhando assim o universo…
Este Universo de beleza impar
Onde só uma deusa se desnuda inteira
Tal visão que ofusca e encanta
Com palavras insuficientemente imperfeitas...
Que eu te desejo mais na alma que no corpo
Mas sem resistir a tão forte dádiva
Que me entrego no meu mais aberto coração
Tomas que é teu de direito e desejo...
Se é meu direito e desejo
Eu te acendo com um beijo
E jamais me despeço de ti
Te quero sempre junto a mim!
10.06.12
domingo, 17 de junho de 2012
RETALHOS SOPRADOS DO CORAÇÃO
sábado, 16 de junho de 2012
SEM ROSTO - DUETO JESSICA NEVES E ROSA FONSECA
Nas minhas mãos
És um poema adiado
De palavras esquecidas…desviadas
Do colo seco de tinta azul
Do nosso mar…
Inquieto o vento sopra-me e eu agarro
O que vem de ti mais um punhal cravado!
Acendo mais um cigarro...
Com os dedos distantes dos teus
Meu rosto é uma pálida mortalha
O meu silêncio é agora a fronteira
Deste olhar perdido além de mim
Esvaziaram-se os beijos…
Um dia, alguém disse que a sorte era uma batalha!...
Nos meus pés
És terreno em pousio
Pura mágoa que m'encerra
Desagua meu olhar p'la margem do rio
Num mar que hoje sabe a guerra...
No meu corpo do(rm)ente
És as curvas da estrada
Se o caminho é em frente
Permaneço no passado, arrebatada
Nele me prendo, faço morada!
Sustento a esperança de refazer o poema
Não te quero lembrança
À esquerda dum peito que jamais te apaga!
12.06.12
És um poema adiado
De palavras esquecidas…desviadas
Do colo seco de tinta azul
Do nosso mar…
Inquieto o vento sopra-me e eu agarro
O que vem de ti mais um punhal cravado!
Acendo mais um cigarro...
Com os dedos distantes dos teus
Meu rosto é uma pálida mortalha
O meu silêncio é agora a fronteira
Deste olhar perdido além de mim
Esvaziaram-se os beijos…
Um dia, alguém disse que a sorte era uma batalha!...
Nos meus pés
És terreno em pousio
Pura mágoa que m'encerra
Desagua meu olhar p'la margem do rio
Num mar que hoje sabe a guerra...
No meu corpo do(rm)ente
És as curvas da estrada
Se o caminho é em frente
Permaneço no passado, arrebatada
Nele me prendo, faço morada!
Sustento a esperança de refazer o poema
Não te quero lembrança
À esquerda dum peito que jamais te apaga!
12.06.12
sexta-feira, 15 de junho de 2012
PÁLIDO AMOR
Deixaste a tua roupa espalhada pelo armário
O teu perfume nos meus cabelos de girassol
O meu batom assentava bem na tua boca, meu (prazer) diário
Há rasto de ti por tod’o meu farol…
Porque não me deixaste nenhuma carta?
A dizer: não há mais sol aqui, talvez parta!
Acredita que ficava melhor assim…
A dor não seria tão ruim… Enfim!
Nas minhas mãos uma sina assassinada
Na minha pele está entranhado o suor
No meu peito um cheiro a nada
Nos meus olhos um pálido amor…
Nos meus braços um arrepio sem nome
Gostava tanto de te acariciar!
Aos meus pés trago atada a fome
Pudesse eu correr p’ra te abraçar…
Tu sabes que ainda me tens.
Eu sei que o teu coração (me) sente!
Tens a certeza que não vens?!
Podemos pintar a noite duma cor diferente…
10.06.12
quinta-feira, 14 de junho de 2012
(TU) DENTRO DE MIM
Dentro de mim
És gaivota que voa no meu peito
Na janela que deixo aberta só p’ra ti
Foi às tuas palavras e ao teu jeito
Que numa noite de luar me (p)rendi!
Dentro de mim
Teus olhos (re)nascem a cada dia
Se me dás ao de leve um sorriso
Des(a)pertando minha pele macia
Meus sonhos ao tocar teu rosto concretizo!
Dentro de mim
Teu corpo faz-me cócegas e sorrio
Tu e eu somos um poema sem fim
Sem ti meu coração está sombrio!
És gaivota que voa no meu peito
Na janela que deixo aberta só p’ra ti
Foi às tuas palavras e ao teu jeito
Que numa noite de luar me (p)rendi!
Dentro de mim
Teus olhos (re)nascem a cada dia
Se me dás ao de leve um sorriso
Des(a)pertando minha pele macia
Meus sonhos ao tocar teu rosto concretizo!
Dentro de mim
Teu corpo faz-me cócegas e sorrio
Tu e eu somos um poema sem fim
Sem ti meu coração está sombrio!
Dentro de mim
És céu em fogo, és luz, és (m)ar
És rosa pura a florir no meu jardim…
Agora sei o que é verdadeiramente amar!
Dentro de mim
És (e)terno laço, és fonte, és lume
És bússola desconcertada no tempo
És presente recheado de perfume
És vida, mais que um momento!
Sempre que à noite me chamas
Resgatas a lua e me amas
O mundo cabe dentro de mim
Por isso fica, fica assim!…
És céu em fogo, és luz, és (m)ar
És rosa pura a florir no meu jardim…
Agora sei o que é verdadeiramente amar!
Dentro de mim
És (e)terno laço, és fonte, és lume
És bússola desconcertada no tempo
És presente recheado de perfume
És vida, mais que um momento!
Sempre que à noite me chamas
Resgatas a lua e me amas
O mundo cabe dentro de mim
Por isso fica, fica assim!…
06.06.12
quarta-feira, 13 de junho de 2012
RETALHOS SOPRADOS DO CORAÇÃO (5)
terça-feira, 12 de junho de 2012
DEIXA-ME SONHAR
Sei que vais sair e levas contigo o meu amor.
Sei ainda que chegas tarde mas que me trazes, como sempre, uma flor.
Já estarei adormecida nesta cama repartida.
Destapa-me assim que chegues e não (me) negues.
Deixa o meu corpo respirar livremente como veio ao mundo, p’ra te amar.
Deixo que me foques sem que toques.
Deita-te só a meu lado e beija-me a testa de modo intenso.
Quero-te bem acordado, sabes que te pertenço!
Nesse beijo de lábios carmim soletra o quanto gostas de mim…
Não me deixes acordar… Deixa-me antes, sonhar!
Sentir-me-ei melhor assim ao aroma da flor (re)colhida no teu jardim!
Sentir-me-ei alguém!
Fica bem.
08.06.12
segunda-feira, 11 de junho de 2012
RETALHOS SOPRADOS DO CORAÇÃO - DUETO HELDER MAGALHÃES E JESSICA NEVES
DUETO HELDER MAGALHÃES E JESSICA NEVES
(a)ma(r)-(te).
aos dedos aflui-me o sangue, como que seiva a escorrer no enxerto da vide, a escrever(te) ardente o amor.
aos dedos aflui-me o sangue, como que seiva a escorrer no enxerto da vide, a escrever(te) ardente o amor.
Resmunguei condensada no teu olhar
Ousando o nosso amor em versos abafar
Versos soltos lapidados de pura paixão
Que abrigo num sopro do meu coração
Ousando o nosso amor em versos abafar
Versos soltos lapidados de pura paixão
Que abrigo num sopro do meu coração
fosse meu coração de rimar,
talvez outrora fosse capaz,
de sonetos cantaria audaz,
escreve só a tinta do pulsar.
Teu coração sabe (e bem) rimar
É tão grande e tão imenso esse (a)mar...
Teus olhos ao peito rasgado fervem
E os dedos ao afluir o sangue escrevem...
É tão grande e tão imenso esse (a)mar...
Teus olhos ao peito rasgado fervem
E os dedos ao afluir o sangue escrevem...
dos versos não lhe conheço a cor
tão pouco a natureza da matéria
aos dedos rasga-me cada artéria
no encarnar ardente deste amor.
No encarnar ardente desse amor
Seiva a (es)correr em ventre louco
Ao palpitar do corpo, em suor
De quem nunca se quer pouco...
05.06.12
Seiva a (es)correr em ventre louco
Ao palpitar do corpo, em suor
De quem nunca se quer pouco...
05.06.12
domingo, 10 de junho de 2012
AFAGOS PERMANENTES - DUETO ROSA FONSECA E JESSICA NEVES
Afagos permanentes no corpo a caminho da viagem de regresso
Afagos em agitação e beleza temporal
Que dizer-te meu amor, se do teu corpo nunca me despeço?
Todo o afago está na graciosidade surda
Neste abraço num mar de braços em água e sal…
Acredito que passe o vento que passar, nada (nos) muda
Nesta transparência de Ser
E de ao teu leito pertencer
Ser paisagem ao amanhecer
Ser fonte de luz ao anoitecer... (em ti)
Tecendo sonhos guardados sob as asas de pássaros que inventámos!
06.06.12
sábado, 9 de junho de 2012
RETALHOS SOPRADOS DO CORAÇÃO (4)
sexta-feira, 8 de junho de 2012
É SÓ A MINHA FALTA QUE SINTO
Dou comigo cega em pleno labirinto
Cruzo os braços, o meu olhar finto
Não por tua causa, se te disser que sim minto
É só a minha falta que sinto
Só quero sugar meu corpo faminto
Como animal selvagem por instinto
Entorna-se sobre meus dedos verniz cor de tinto
Nascem-me garras mortíferas de lince distinto
Quando pisam meus calcanhares logo me ressinto
Ao lamber meus pés me pressinto
Em fogo e sangue, meu rosto pinto
Algemo-me com o meu próprio cinto
De todos os sentidos busco além do quinto
E beijando-me ao pormenor, insisto: é só a minha falta que sinto!
01.06.12
quinta-feira, 7 de junho de 2012
quarta-feira, 6 de junho de 2012
RETALHOS SOPRADOS DO CORAÇÃO (3)
É como se o céu polvilhado de estrelas
Fosse o teu corpo no meu peito
E as ondas do mar onde navegas
Fossem o meu (corpo)…
E tudo o resto somos
e
Sempre seremos
NÓS.
terça-feira, 5 de junho de 2012
GOSTO DE TI NUM POEMA
Gosto quando um poema me cresce no peito
E me leva até ti!
É como se o mundo fosse perfeito
Se todas as rubras rosas colhi!
Gosto tanto de ti nos meus poemas
Sem chuva, sem vento, sem (ar)dor
Escrevo-te sempre sem dilemas
Tão grande é este meu amor!
As palavras serão sempre poucas
Gosto tanto de ti meu amor
Versos acesos em bocas loucas
Incendeio com calor e suor!
Gosto tanto de ti meu amor
Às vezes chego a esquecer de mim
Mas não me importo! Toda a flor
Gosta de se sentir assim!
Sem chuva, sem vento, sem (ar)dor
Escrevo-te sempre sem dilemas
Tão grande é este meu amor!
As palavras serão sempre poucas
Gosto tanto de ti meu amor
Versos acesos em bocas loucas
Incendeio com calor e suor!
Gosto tanto de ti meu amor
Às vezes chego a esquecer de mim
Mas não me importo! Toda a flor
Gosta de se sentir assim!
05.06.12
segunda-feira, 4 de junho de 2012
NAS ASAS DO TEU SORRISO
DUETO ROSA FONSECA E JESSICA NEVES
O teu sorriso tem asas soltas
A traçar os contornos dos teus lábios
Neles passeiam veios rubros
A soletrar o intenso azul que trazes em ti…
Nessa longínqua brisa
De intenso aroma a rosa
Acabada de colher
Ao amanhecer
Hoje ao (re)pousar no teu sorriso
Toquei o céu num leve abraço
Sem te relevar que é só dele que preciso
Para apertar o mundo num laço
Deixei-me levar pelas suas asas
Peguei a tua mão, murmurei-te baixinho ao ouvido
Amor só é bom ateado em brasas
Não tenhas medo, sorrir (a dois) faz mais sentido
É sorriso inteiro
Que busca na manhã um grande amor
Pela alma que viaja comigo para sempre
A traçar os contornos dos teus lábios
Neles passeiam veios rubros
A soletrar o intenso azul que trazes em ti…
Nessa longínqua brisa
De intenso aroma a rosa
Acabada de colher
Ao amanhecer
Hoje ao (re)pousar no teu sorriso
Toquei o céu num leve abraço
Sem te relevar que é só dele que preciso
Para apertar o mundo num laço
Deixei-me levar pelas suas asas
Peguei a tua mão, murmurei-te baixinho ao ouvido
Amor só é bom ateado em brasas
Não tenhas medo, sorrir (a dois) faz mais sentido
É sorriso inteiro
Que busca na manhã um grande amor
Pela alma que viaja comigo para sempre
03.06.12
domingo, 3 de junho de 2012
RETALHOS SOPRADOS DO CORAÇÃO (2)
…E o mar (as)sumia nos nossos olhos
Sem que dessemos conta...
Espreitando o expoente máximo do sentir…
02.06.12
sábado, 2 de junho de 2012
RETALHOS SOPRADOS DO CORAÇÃO (1)
Caros leitores,
Como é preciso inovar...
Decidi criar uma espécie de breves (mas intensos) pensamentos soltos do coração...
Acompanhados pela imagem apresentada (que será sempre a mesma de modo a ser uma característica desta doce "inovação")
Espero que gostem...
Aqui fica o primeiro :)
Decidi criar uma espécie de breves (mas intensos) pensamentos soltos do coração...
Acompanhados pela imagem apresentada (que será sempre a mesma de modo a ser uma característica desta doce "inovação")
Espero que gostem...
Aqui fica o primeiro :)
Bom fim de semana,
Jessica Neves
Jessica Neves
RETALHOS SOPRADOS DO CORAÇÃO (1)
O dedilhar do (a)mar em uníssono
Ao pôr-do-sol em fogo e sangue
Escorrendo pelos corpos (a)dentro
No desabotoar da mais pura primavera
Em pétalas rasgadas de cetim...
O dedilhar do (a)mar em uníssono
Ao pôr-do-sol em fogo e sangue
Escorrendo pelos corpos (a)dentro
No desabotoar da mais pura primavera
Em pétalas rasgadas de cetim...
02.06.12
sexta-feira, 1 de junho de 2012
CAIS DO DESTINO
DUETO JESSICA NEVES / ANA COELHO
Em cada ventre um afago solto do peito
Em cada canto o amargo da despedida
Oscilo entre marés de chuva e sol se me enfeito
Procurando saber se o amor é o único sentido da vida...
Em cada naufrágio um reencontro
com as águas puras de maresia
nos corpos vestidos da vida nos ombros
que se amparam ao som de uma guitarra de fantasia
com as águas puras de maresia
nos corpos vestidos da vida nos ombros
que se amparam ao som de uma guitarra de fantasia
Insisto em interrogar o sabor da tempestade
Neste vai e vem pelo cais do destino
A fome é tanta pela busca incessante da liberdade
Ao confrontar o espelho sou um felino
O amor que tem garras para se agarrar
ao espaço leve onde sabe estar
nos altos um sopro de animo nos baixios a sombra altiva
um espelho que respira na onda vinda do cais...a paz dos ais!
quinta-feira, 31 de maio de 2012
DIZER O QUÊ?!
Que dizer à luz do dia
Se é a noite que me recolhe
Sem querer destrói(-me) cada fantasia
Impede que a Primavera me olhe…
Que dizer dos pássaros que esvoaçam
Do seu voo estou tão, mas tão perto…
Minhas asas quebram, eles passam
Enlaça-me o bafo exausto do deserto!
Que dizer-te lua ensanguentada
Em meus olhos calas minha boca
Amor é ódio parido da minha mão embriagada
Uivo-te nesta lucidez louca!
Bebo (d)esta insana vida
Em cálices distorcidos
Que dizer desta ferida
Que me encerra os sentidos?!
Do seu voo estou tão, mas tão perto…
Minhas asas quebram, eles passam
Enlaça-me o bafo exausto do deserto!
Que dizer-te lua ensanguentada
Em meus olhos calas minha boca
Amor é ódio parido da minha mão embriagada
Uivo-te nesta lucidez louca!
Bebo (d)esta insana vida
Em cálices distorcidos
Que dizer desta ferida
Que me encerra os sentidos?!
Dizer?! Dizer o quê?!
Se já tudo foi dito…
Diga! Diga você
Que eu sou mito!
Se já tudo foi dito…
Diga! Diga você
Que eu sou mito!
31.05.12
quarta-feira, 30 de maio de 2012
À DISTÂNCIA DUM BEIJO PE(R)DIDO
Por mais que o teu olhar m’impeça
Tenho-te à distância dum beijo pe(r)dido
A tua camisa amarrotada na minha cabeça
Diz-me que nada é pior qu’amor não correspondido!
É inesgotável e triste esta fenda
Que rompe as fronteiras de mim
Quisera eu que fosses uma lenda
Para fugir deste pesadelo sem fim!
Mesmo com o rosto em ferida e os lábios calejados
Tenho-te à distância dum beijo pe(r)dido
Os meus braços ao teu corpo amarrados
Dizem-me que nada é pior qu’amor não correspondido!
Se o amor não tivesse dor
Se a rosa não tivesse espinhos
Não teria o mesmo sabor
Nem os pássaros fariam ninhos!
Neste mármore gélido onde me deito
Toco-te pela quente recordação
Se soubesses o quanto grita meu peito
Não hesitarias em (voltar a) dar-me a mão!
30.05.12
Tenho-te à distância dum beijo pe(r)dido
A tua camisa amarrotada na minha cabeça
Diz-me que nada é pior qu’amor não correspondido!
É inesgotável e triste esta fenda
Que rompe as fronteiras de mim
Quisera eu que fosses uma lenda
Para fugir deste pesadelo sem fim!
Mesmo com o rosto em ferida e os lábios calejados
Tenho-te à distância dum beijo pe(r)dido
Os meus braços ao teu corpo amarrados
Dizem-me que nada é pior qu’amor não correspondido!
Se o amor não tivesse dor
Se a rosa não tivesse espinhos
Não teria o mesmo sabor
Nem os pássaros fariam ninhos!
Neste mármore gélido onde me deito
Toco-te pela quente recordação
Se soubesses o quanto grita meu peito
Não hesitarias em (voltar a) dar-me a mão!
terça-feira, 29 de maio de 2012
HINO À VIDA
Ao ascender ao alto da montanha
Sinto sua doce e suave brisa
Vejo inquieta a aranha
Que seus sonhos concretiza!
Sorri! Sorri ao sol
Sorri até à chuva
Acende o arrebol
Em cachos d’uva!
Cultiva a paz
Abraça tod’a gente
Não olhes p’ra trás
O caminho é em frente!
Colhe o melhor das tempestades
A força interior é importante
No baloiço de mentiras e verdades
Ginga o Fado inconstante!
Respira liberdade
Esbanja sinceridade
Sente que a vida
É uma tela colorida
(E repartida)
Com a tua simplicidade!
Diz sim aos valores
Diz não às vaidades
Luta pelos teus amores
Foge das desigualdades!
Sinto sua doce e suave brisa
Vejo inquieta a aranha
Que seus sonhos concretiza!
Sorri! Sorri ao sol
Sorri até à chuva
Acende o arrebol
Em cachos d’uva!
Cultiva a paz
Abraça tod’a gente
Não olhes p’ra trás
O caminho é em frente!
Colhe o melhor das tempestades
A força interior é importante
No baloiço de mentiras e verdades
Ginga o Fado inconstante!
Respira liberdade
Esbanja sinceridade
Sente que a vida
É uma tela colorida
(E repartida)
Com a tua simplicidade!
Diz sim aos valores
Diz não às vaidades
Luta pelos teus amores
Foge das desigualdades!
Estende a mão
Ao teu amigo
Ouve o teu coração
Teu porto de abrigo!
Ao teu amigo
Ouve o teu coração
Teu porto de abrigo!
Veste a pele da natureza
Escuta o canto do rouxinol
Será a tua maior riqueza
Dormir sobre o seu lençol!
Não encares a morte
Como um laço que aperta
Enfim, entende a sorte
Como uma pena certa!
Vive, sobrevive e sorri!
O presente é hoje e aqui…
O mundo precisa de ti!
29.05.12
sábado, 26 de maio de 2012
ENTRE O TUDO E O NADA
Entre o tudo e o nada
Sou a papoila mais feliz do jardim
Sou guerreira sem espada
Lutadora dum objetivo sem fim!
Entre o tudo e o nada
Só vejo curvas na estrada
Ao fundo um mar d’esperança
Dizendo: “quem luta, alcança!”
Só vejo curvas na estrada
Ao fundo um mar d’esperança
Dizendo: “quem luta, alcança!”
Entre o tudo e o nada
Sou fraca, azarada
Sou ferida aberta
Duma mentira desperta!
Entre o nada e o tudo
Sei da beleza dos afetos
Dos olhares prediletos
Que sempre (te) desnudo!
Entre o tudo e o nada
Uma criança abençoada
De face genuína, solta uma risada
Pela vida fantasiada!
Entre o nada e o tudo
Um caminho mudo
Num verso (ab)surdo
Em que me iludo…
25.05.12
sexta-feira, 25 de maio de 2012
TRAÇO A TRAÇO
Ao desenhar-te
Traço a traço
Compreendo porque meus olhos te soletram e respiram
Faça brisa ou sol pela manhã.
Chuva seremos sempre nós dois
Em pranto pelo nosso (a)mar…
Numa partilha que não se quer p’ra depois
Se a pele pede p’ra se entregar!
Tua boca arrebatada beija o silêncio nu
Das minhas mãos suadas
Pelos teus contornos acesos
Sobrando eu e tu
À palavra amor a dar-se em uníssono…
24.05.12
Das minhas mãos suadas
Pelos teus contornos acesos
Sobrando eu e tu
À palavra amor a dar-se em uníssono…
24.05.12
quinta-feira, 24 de maio de 2012
QUADRAS A SÃO PEDRO
Era filho de um homem chamado João
Um dos doze apóstolos de Jesus Cristo - Simão
Bispo de Roma foi o primeiro
Dos papas e dos pescadores é o padroeiro.
Na sua mão nem eu caibo nem tu cabes
Só uma cruz invertida, duas chaves
E uma rede de pescador de homens
O fazem ascender às nuvens.
As chaves do Reino dos Céus
Foram-lhe atribuídas por Jesus
- Encarnação e Filho de Deus
Que cessou morto na cruz.
Dizem ser o responsável pelo tempo
Ele é que comanda quando chove
A sua festa litúrgica faz-se sem vento
Em Junho, a vinte e nove.
23.05.12
Um dos doze apóstolos de Jesus Cristo - Simão
Bispo de Roma foi o primeiro
Dos papas e dos pescadores é o padroeiro.
Na sua mão nem eu caibo nem tu cabes
Só uma cruz invertida, duas chaves
E uma rede de pescador de homens
O fazem ascender às nuvens.
As chaves do Reino dos Céus
Foram-lhe atribuídas por Jesus
- Encarnação e Filho de Deus
Que cessou morto na cruz.
Dizem ser o responsável pelo tempo
Ele é que comanda quando chove
A sua festa litúrgica faz-se sem vento
Em Junho, a vinte e nove.
23.05.12
POEMA ELABORADO DE ACORDO COM UMA PESQUISA SOBRE “SÃO PEDRO” EM:
à http://pt.wikipedia.org/wiki/S%C3%A3o_Pedroà http://mundoestranho.abril.com.br/materia/por-que-as-pessoas-dizem-que-sao-pedro-e-responsavel-pelo-tempo
quarta-feira, 23 de maio de 2012
NÃO POSSO DIZER QUE TE AMO
Quando alastra o fogo da saudade
O teu corpo ao meu chamo
Prefiro gozar a minha liberdade
Não posso dizer que te amo!
Desperta o querer de um beijo
Acendendo versos de paixão
Pensar em ti é puro desejo
Corpos (se) desatam em explosão!
É a ti que o meu olhar ardente chama
Os teus lábios a minha boca ama
É no teu peito que o meu derrama
Aos contornos da pele, (ex)clama!
De rubro aroma o céu se tinge
Não posso dizer o que não sinto
Se o meu corpo finge
Eu não! Eu não minto!
23.05.12
Os teus lábios a minha boca ama
É no teu peito que o meu derrama
Aos contornos da pele, (ex)clama!
De rubro aroma o céu se tinge
Não posso dizer o que não sinto
Se o meu corpo finge
Eu não! Eu não minto!
23.05.12
terça-feira, 22 de maio de 2012
HÁ SEMPRE UM OLHAR DIFERENTE
Eis-me rosto de noite questionando
Porque na minha rua não passa gente?
Vêm as fases da lua demonstrando
Que a estrada também é intermitente…
Há sempre um olhar diferente!
Cega-me os sentidos, solta-me as amarras
Irradia-me a razão até que o teu cheiro me faça desnortear
Promete-me que se eu tombar logo me agarras
Diz-me que a teu lado o mundo não vai acabar!
Mesmo que não seja verdade
[Nem quero saber
Eu hoje preciso de acreditar
Acede à minha vontade
[Faz-me crer
Que há motivos p’ra te amar!
Eis-me rosto de noite questionando
Porque nesta rua não passa mais gente?
Vêm os olhos do sol revelando
Há sempre um olhar diferente!
Se o sol adormece ao colo da lua
Se está repleta de luz a minha rua
Não sei. Será sempre indiferente
Passe muita ou pouca gente…
Há sempre um olhar diferente!
Cega-me os sentidos, solta-me as amarras
Irradia-me a razão até que o teu cheiro me faça desnortear
Promete-me que se eu tombar logo me agarras
Diz-me que a teu lado o mundo não vai acabar!
Mesmo que não seja verdade
[Nem quero saber
Eu hoje preciso de acreditar
Acede à minha vontade
[Faz-me crer
Que há motivos p’ra te amar!
Eis-me rosto de noite questionando
Porque nesta rua não passa mais gente?
Vêm os olhos do sol revelando
Há sempre um olhar diferente!
Se o sol adormece ao colo da lua
Se está repleta de luz a minha rua
Não sei. Será sempre indiferente
Passe muita ou pouca gente…
Há sempre um olhar diferente!
22.05.12
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