segunda-feira, 10 de setembro de 2012
ALGUMAS FOTOS DO EVENTO
domingo, 9 de setembro de 2012
ALGUMAS FOTOS DA APRESENTAÇÃO DO LIVRO, NA GALERIA MUNICIPAL, EM MONTEMOR-O-VELHO
![]() |
| O poeta António MR Martins, Jessica Neves e o Sr. Presidente da Câmara Municipal de Montemor-o-Velho, Luís Leal e Teresa Simões, professora de Português na escola Instituto Pedro Hispano |
O poeta António MR Martins, Jessica Neves e o Sr. Presidente da Câmara Municipal de
Montemor-o-Velho, Luís Leal e Dr. António Simões, diretor da escola Instituto Pedro Hispano,
na Granja do Ulmeiro
Montemor-o-Velho, Luís Leal e Dr. António Simões, diretor da escola Instituto Pedro Hispano,
na Granja do Ulmeiro
O poeta António MR Martins, Jessica Neves e o Sr. Presidente da Câmara Municipal de
Montemor-o-Velho, Luís Leal
Montemor-o-Velho, Luís Leal
sexta-feira, 7 de setembro de 2012
DESEJOS NO OLHAR
Ao beber teus olhos de seda polvilhados
Instante leve, soletrando-os poro a poro
Logo fogem de mim desejos extasiados
Se no meu rosto vives, no teu olhar moro.
Instante leve, soletrando-os poro a poro
Logo fogem de mim desejos extasiados
Se no meu rosto vives, no teu olhar moro.
Teus olhos (es)correm pelo cais do meu corpo nu
Sempre que nossas mãos pedem para se enlaçar
Simbiose perfeita esta que une só eu e tu
Melodia em pranto no dedilhar do (a)mar…
Sempre que nossas mãos pedem para se enlaçar
Simbiose perfeita esta que une só eu e tu
Melodia em pranto no dedilhar do (a)mar…
quinta-feira, 6 de setembro de 2012
FAZ DOS MEUS OLHOS O TEU (MAIOR) POEMA
Faz dos meus olhos o teu poema
Se te faltarem as minhas mãos (n)as tuas
Se no teu sorriso já não for eu o tema
Se as conchas já não estiverem nuas…
Faz dos meus olhos o teu poema
Pinta-os da cor dos teus
Rouba a cor aos céus
E faz de mim o teu lema!
Faz dos meus olhos o teu poema
Trá-los ao peito como emblema
Se a estrela polar se tornar sombria
Se a flor de lótus pecar por tardia!
A melhor forma de ultrapassar o nosso dilema
É fazeres dos meus olhos o teu (maior) poema.
quarta-feira, 5 de setembro de 2012
"(CON)TEXTOS D'AMOR" - PEDAÇOS EM PROSA
Nem todos se sentem à vontade de partilhar o amor.
Muitos se esquecem que amor, é (também) dor!
Partilho-me e partilho-te nestas linhas amargamente ansiosas por te ter de volta.
Pouso o pensamento embriagada pelo teu cheiro, fumo mais um cigarro e morro decerto (mais) um pouco.
Que importa?
O meu peito há muito que enlouqueceu.
O (nosso) amor morreu.
29.08.12
terça-feira, 4 de setembro de 2012
DUETO ANA CONCEIÇÃO BERNARDO E JESSICA NEVES - SABE(S)-ME AO SAL
Sabe-me a sal a pele
dos dias que o sol aqueceu
dos favos que o calor derreteu
com teus beijos de mel
no corpo praia perdida
um mar de carícias loucura
a tua mais doce ternura
que me deixa assim sentida
Sabe-me ao sal a tua mão...
Tocando minha face de sorriso
Resgata a lua, acende o paraíso
Com nossa quente paixão
Em afagos (e)ternamente
Recheados de perfume
Tudo em nós é lume
Num voo d’asas permanente
Sabe-me ao sal o beijo
num doce terno sorrir
onde a carícia desejo
outro beijo faz florir
na boca perfumada
esvoaçante sentir
a tua mão amada
outro beijo vem pedir
Sabe-me ao sal
A sensualidade que transborda de ti
Arrepio qu’em demasia não faz mal
Como é bom possuir-te aqui
Despudoradamente
Neste lençol de carne nu
Onde existe simplesmente:
Eu e tu!
03.09.12
dos dias que o sol aqueceu
dos favos que o calor derreteu
com teus beijos de mel
no corpo praia perdida
um mar de carícias loucura
a tua mais doce ternura
que me deixa assim sentida
Sabe-me ao sal a tua mão...
Tocando minha face de sorriso
Resgata a lua, acende o paraíso
Com nossa quente paixão
Em afagos (e)ternamente
Recheados de perfume
Tudo em nós é lume
Num voo d’asas permanente
Sabe-me ao sal o beijo
num doce terno sorrir
onde a carícia desejo
outro beijo faz florir
na boca perfumada
esvoaçante sentir
a tua mão amada
outro beijo vem pedir
Sabe-me ao sal
A sensualidade que transborda de ti
Arrepio qu’em demasia não faz mal
Como é bom possuir-te aqui
Despudoradamente
Neste lençol de carne nu
Onde existe simplesmente:
Eu e tu!
03.09.12
segunda-feira, 3 de setembro de 2012
EM PLENO (A)MAR
A noite suspirava d’encanto
Já a lua beijava seu peito nu
O olhar do corpo em pranto
Em pleno (a)mar: eu e tu!...
Eu e tu em pleno (a)mar
Corpos em fogo no areal
Nossos lábios a procurar
Um beijo de água e sal…
De água e sal um beijo
Até as ondas atenuaram
O voo mais alto do desejo
As estrelas testemunharam!
As estrelas testemunharam
A aliança e a nossa união
Em segredo logo se amaram
Não (a)colheram a solidão!
Não (a)colheram a solidão
Nada é melhor que sonhar
Com a receita do coração
Destinada ao verbo amar!
20.06.12
Nada é melhor que sonhar
Com a receita do coração
Destinada ao verbo amar!
20.06.12
domingo, 2 de setembro de 2012
APRESENTAÇÃO DO LIVRO "(SEM) PAPEL E CANETA, (COM) ALMA E CORAÇÃO" DE JESSICA NEVES
No âmbito das Festividades do Concelho de Montemor-o-Velho, a autora, Jessica Neves, a Chiado Editora e a Câmara Municipal de Montemor-o-Velho têm o grato prazer de convidar Vª. Exª a estar presente na apresentação do livro "(Sem) Papel e Caneta, (Com) Alma e Coração", no dia 9 de Setembro de 2012, pelas 15h, na Galeria Municipal.
Obra e autora serão apresentadas pelo poeta António MR Martins.
sexta-feira, 31 de agosto de 2012
"(CON)TEXTOS D'AMOR - PEDAÇOS EM PROSA
Hoje de cabelos soltos à luz do sol que bebo dos teus olhos, declaro-te o meu AMOR.
A felicidade que me trazes no sorriso envaidecido de poder caminhar a teu lado.
Tudo está contemplado na simplicidade das pequenas coisas - as melhores da vida:
As mãos entrelaçadas, os olhares rendidos, as bocas saciadas nos corpos possuídos.
E assim, oferecendo-te o céu em noite de lua cheia, tatuo na tua pele bronzeada, a palavra amor.
Obrigada por me ensinares que a vida pode ser da cor que nós dois quisermos!
És arco-íris!
30.08.12
quinta-feira, 30 de agosto de 2012
LÁGRIMAS DE VERÃO
Ao sol a criança brinca
Ergue castelos na areia molhada
Sua guloseima trinca
Cai feliz, depressa se vê levantada!
A avó conforta seu neto
Com um sorriso quente
E eu pobre de afeto
Uma carícia nunca me é indiferente!
Sobre os meus olhos o Inverno está a cair
É vento! É desalento! É saudade!
Oh!… Sorrir! Já não sei sorrir!
Qual o (melhor) caminho para a felicidade?
Haverão dias de sol algures por aí
Hoje só as lágrimas m’enxugam o rosto
Querendo-me levantar logo caí
Nesta tempestuosa noite d’Agosto!
São lágrimas de Verão
Estes carentes fios de memórias
Contando histórias
Gotejando no meu coração!...
24.08.12
Ergue castelos na areia molhada
Sua guloseima trinca
Cai feliz, depressa se vê levantada!
A avó conforta seu neto
Com um sorriso quente
E eu pobre de afeto
Uma carícia nunca me é indiferente!
Sobre os meus olhos o Inverno está a cair
É vento! É desalento! É saudade!
Oh!… Sorrir! Já não sei sorrir!
Qual o (melhor) caminho para a felicidade?
Haverão dias de sol algures por aí
Hoje só as lágrimas m’enxugam o rosto
Querendo-me levantar logo caí
Nesta tempestuosa noite d’Agosto!
São lágrimas de Verão
Estes carentes fios de memórias
Contando histórias
Gotejando no meu coração!...
24.08.12
quarta-feira, 29 de agosto de 2012
"(CON)TEXTOS D'AMOR", PEDAÇOS EM PROSA (4)
A perda é dolorosa.
Trago um aperto no peito que me desfaz o coração em chuva ácida.
Trago um sabor amargo nos lábios que me ocupa as mãos vazias.
É com os olhos em ferida que encaro o arrepio dos meus dias!
Eu choro, amor… E sem que me ouças, grito bem alto esta ausência de ti!
Sim, é dor! Se soubesses o quanto dói(s) cá dentro.
Se soubesses o que significa não te ter aqui… Deste lado, do meu lado, do nosso lado!
Tu foste… e ficaste (em mim)!
Este sofrimento não terá fim?!
Permaneces.
terça-feira, 28 de agosto de 2012
"(CON)TEXTOS D'AMOR" - PEDAÇOS EM PROSA (3)
Quando nos entregamos à loucura é tudo diferente. Diferente e igual.
Erro ou não, acaba sempre por acontecer. É inevitável.
O ciclo para mim está a chegar ao fim.
Serei mais forte apesar de ainda te amar…
Quando os sentimentos não são recíprocos não vale a pena.
Não aguento mais viver de ilusões!
Há um mundo inteiro para abraçar!
Não sou um brinquedo que usas para satisfazer as tuas necessidades.
Dói.
Liberta-me! Preciso de voar!
26.08.12
segunda-feira, 27 de agosto de 2012
"(CON)TEXTOS D'AMOR" - PEDAÇOS EM PROSA (2)
As saudades além de me levarem para longe de ti, levam-me sempre para longe de mim.
Na verdade, ando algures por aí, num mundo ausente.
Num mundo ausente contigo presente!
Sou mais um corpo amorfo sem alma que habita a noite, um astro sem luz própria.
É como se perdesse a minha identidade… Sou nada! Estou incompleta!
Falta-me o brilho dos teus olhos contemplando os meus, faltam-me os teus lábios rubros colados aos meus, falta-me o aroma da tua pele morna embrulhada na minha…
Falta-me o teu abraço em noites de tempestade! De tempestade são, hoje, todos os meus dias…
Falta-me o calor e a quietude que docemente emprestavas ao mar!
Falta-me o horizonte nas asas do arco-íris!
Falta-me a vida!
Faltas-me!
Sufoco, calo e arrepio.
As saudades são, realmente, “fodidas”!
Na verdade, ando algures por aí, num mundo ausente.
Num mundo ausente contigo presente!
Sou mais um corpo amorfo sem alma que habita a noite, um astro sem luz própria.
É como se perdesse a minha identidade… Sou nada! Estou incompleta!
Falta-me o brilho dos teus olhos contemplando os meus, faltam-me os teus lábios rubros colados aos meus, falta-me o aroma da tua pele morna embrulhada na minha…
Falta-me o teu abraço em noites de tempestade! De tempestade são, hoje, todos os meus dias…
Falta-me o calor e a quietude que docemente emprestavas ao mar!
Falta-me o horizonte nas asas do arco-íris!
Falta-me a vida!
Faltas-me!
Sufoco, calo e arrepio.
As saudades são, realmente, “fodidas”!
domingo, 26 de agosto de 2012
DUETO JESSICA NEVES E CARLOS VAL - JÁ NÃO ME RECONHEÇO SE NÃO DENTRO DA TUA LOUCURA
Tantas vezes fui sem querer ser
A chuva perdida no teu olhar de cetim
Trago os olhos ao peito a arder
Nas chamas de um céu ainda por nascer
E ao fundo uma voz a perguntar por mim
Na solidão de um grito quase mudo
Só os teus sussurros me elevam
A viajar rente ao chão onde pertenço
Sou ave ferida em voos descontrolados
Sobre planícies imaginárias no tempo
As minhas asas foram cortadas pelo vento
Quando ansiava chegar até ti
E nesse derradeiro precipício ouvi o teu sussurro
Doce como uma esfinge inacabada
Forte abracei-te como quem abraça o mundo
À espera da resposta na tua pele acetinada
A chuva perdida no teu olhar de cetim
Trago os olhos ao peito a arder
Nas chamas de um céu ainda por nascer
E ao fundo uma voz a perguntar por mim
Na solidão de um grito quase mudo
Só os teus sussurros me elevam
A viajar rente ao chão onde pertenço
Sou ave ferida em voos descontrolados
Sobre planícies imaginárias no tempo
As minhas asas foram cortadas pelo vento
Quando ansiava chegar até ti
E nesse derradeiro precipício ouvi o teu sussurro
Doce como uma esfinge inacabada
Forte abracei-te como quem abraça o mundo
À espera da resposta na tua pele acetinada
Calo-me nesse hálito morno onde me embebedo
Nuns lábios cor de mel tão sóbrios
Como o beijo que nunca demos
Se soubesses o quanto te desejo…
Ah, se soubesses!
Os meus olhos voltariam a ver o mar
As minhas mãos voltariam a sentir-te
A minha boca a respirar-te
Os nossos corpos entregar-se-iam
A amar, amar, amar...
Mas tu continuas ali
Longe como um vulto ancorado na berma do sol
E as tuas mãos continuam longe das minhas
Já não me reconheço se não dentro da tua loucura
É lá que moro e permaneço só
Porque não vens desatar este nó
Arrancar toda a amargura?!
Porque insistes prender-me neste deserto
Onde a sede me mata sem me fazeres tua?!
Veste-me na tua pele nua
Porque de mim, tu não sabes nada…
Nuns lábios cor de mel tão sóbrios
Como o beijo que nunca demos
Se soubesses o quanto te desejo…
Ah, se soubesses!
Os meus olhos voltariam a ver o mar
As minhas mãos voltariam a sentir-te
A minha boca a respirar-te
Os nossos corpos entregar-se-iam
A amar, amar, amar...
Mas tu continuas ali
Longe como um vulto ancorado na berma do sol
E as tuas mãos continuam longe das minhas
Já não me reconheço se não dentro da tua loucura
É lá que moro e permaneço só
Porque não vens desatar este nó
Arrancar toda a amargura?!
Porque insistes prender-me neste deserto
Onde a sede me mata sem me fazeres tua?!
Veste-me na tua pele nua
Porque de mim, tu não sabes nada…
25.08.12
sábado, 25 de agosto de 2012
"(CON)TEXTOS D'AMOR", PEDAÇOS EM PROSA (1)
Às vezes, desejava morrer durante uns tempos.
Acho que a viagem ao Céu me ia fazer bem… Sozinha. Sem ti. Sem “nós”!
Seria bom apagar fios da memória, abrir a janela e optar por novos caminhos, olhar noutra direção… Enfim, fechar um pouco “a merda” do coração!
Mas infelizmente não morro durante uns tempos, não apago fios da memória, não sei de mim, não sei de ti, nem sei de nós…
A minha cabeça é uma teia... indecifrável.
Acredito que um dia consiga olhar além das frestas da janela e abri-la-ei sem medo(s), irei percorrer novos caminhos e o meu olhar terá certamente outra direção! Aquela direção polvilhada de sorrisos, d’afetos, d’esperança, de sol, de luz, de vida… rumo à felicidade!
Hoje não! Porque olho para trás e sinto-me incapaz!
24.08.12
sexta-feira, 24 de agosto de 2012
"(CON)TEXTOS D'AMOR" - PEDAÇOS EM PROSA DE JESSICA NEVES
Boa noite poesia!
Sei que é visível o meu gosto enorme pela poesia mas amanhã (e sempre que se justificar) irei
trazer-vos alguns "pedaços em prosa", intitulados "(CON)TEXTOS D'AMOR"
(Não tenho muita aptidão para a prosa mas faço o que posso.)
Às vezes, sabe bem variar!
Sei que é visível o meu gosto enorme pela poesia mas amanhã (e sempre que se justificar) irei
trazer-vos alguns "pedaços em prosa", intitulados "(CON)TEXTOS D'AMOR"
(Não tenho muita aptidão para a prosa mas faço o que posso.)
Às vezes, sabe bem variar!
Espero que gostem desta nova inovação!
Bom fim de semana a todos, aproveitem!
Que o sol brilhe todos os dias no vosso olhar!
Bom fim de semana a todos, aproveitem!
Que o sol brilhe todos os dias no vosso olhar!
Beijinhos com Alma e Coração *
TRAZ-ME POESIA
Meu amor, traz-m’o sol, a terra, o mar
Um beijo ao luar, a chuva sem dor
Ensina-me qual o melhor dia pr’amar
Mesmo que teus olhos não tragam amor!
Traz-m’o céu, sonhos d’asas repartidas
Os verdes prados, as rosas colhidas
Traz-m’o sorriso das noites vazias
E os versos d’amor que sempre lias!
Traz-m’água pura, o vinho e pão
A praia no regaço do teu sabor
Enfeitiça com tua luz meu coração
Traz-m’a vida em cúmplices olhares
E lembra-te bem da palavr’amor
Sim! Antes dos meus olhos magoares!
A praia no regaço do teu sabor
Enfeitiça com tua luz meu coração
Traz-m’a vida em cúmplices olhares
E lembra-te bem da palavr’amor
Sim! Antes dos meus olhos magoares!
21.06.12
quinta-feira, 23 de agosto de 2012
DUETO ANTÓNIO MR MARTINS E JESSICA NEVES - TU... EM MIM!
Esses teus olhos de princesa
Me envolvem de fantasias
Pelos sonhos que são certeza
E aquecem as noites frias
Teu olhar desnuda minh’alma
Sussurra-te a palavra doce: amar
Sinto da brisa do mar sua calma
Que me faz teu aroma respirar
Teu sorriso é o esplendor
Que me encobre a tristeza
Curando-me de tamanha dor
Ante tua enorme grandeza
Em teus lábios afogo meu desejo
Se te quero comigo a tod’a hora
No intenso prazer dum beijo
Ama-me agora sem demora!
Tuas palavras são o afago
Destilador da perturbação
Essência que nunca largo
E me aquece o coração!
Não vivo sem o teu rosto
Suave que adoro percorrer
Nem sem o ardente mosto
Do teu corpo no meu, a arder!
Não vivo sem o teu rosto
Suave que adoro percorrer
Nem sem o ardente mosto
Do teu corpo no meu, a arder!
22.08.12
quarta-feira, 22 de agosto de 2012
AOS 100 SEGUIDORES (E A TODOS OS VISITANTES)
O meu bem-haja aos 100 seguidores e aos visitantes do blog...
Obrigada pelo carinho da(s) visita(s)!
O meu desejo é que permaneçam tornando, assim, possível esta "família" de seguidores portugueses e em grande parte, (outros) além mar :)
Grata por me acompanharem!
São, sem dúvida, um incentivo para continuar a "pintar este blog de cores sorridentes" com uma atualização diária.
É gratificante quando (sinto que) escrevo para alguém (me) ler...
É bom sentir o vosso feedback não só em termos de visitas como também, em termos de comentários!
Fiquem à vontade para comentar, opinar, criticar (construtivamente) no vosso CANTINHO DO LEITOR!
Lembrem-se: A vida é partilha!
Espero que o blog esteja e seja do vosso agrado... e o tenham como, um espaço acolhedor!
P.S. Não se esqueçam do (meu) livrinho que saiu o mês passado! Vamos lá adquirir!
É só entrar em contato comigo por aqui ou através do email: jeneves17@gmail.com :)
Obrigada!
Beijinhos Com Alma e Coração *
22.08.12
Beijinhos Com Alma e Coração *
22.08.12
PORQUE A VIDA PRECISA DE BOA DISPOSIÇÃO!...
A MINHA VERSÃO DE “O ZÉ FUGIU” – EM RELAÇÃO AO BENFICA/BRAGA (1ºJOGO DO CAMPEONATO – EMPATE 2-2) **
** INSPIRADA NO SENHOR ZÉ (JOSÉ FILIPE COSTA) QUE VIVE INTENSAMENTE OS JOGOS DO BENFICA! ~
O Benfica tinha o Salvio
O Benfica tinha o Salvio...
E o Salvio marcou
E a Luz pulou, e a Luz pulou e a luz pulou
O estádio rebentou
O estádio rebentou!
O Braga tinha o Melgarejo
O Braga tinha o Melgarejo
Lento que nem caranguejo
E ele autogolo marcou
E o Zé desesperou, e o Zé desesperou e o Zé desesperou…
O Braga tinha ainda o Mossoró
O Braga tinha ainda o Mossoró
E o Mossoró marca! No Zé dá um nó
No Zé dá um nó! Até mete dó! Até mete dó!
Quando o Braga marcou o segundo golo
Quando o Braga marcou o segundo golo
Os bracarenses festejavam, cortavam o bolo
De seguida, o Benfica ataca
E Cardozo de penalty marca!
E o Zé aliviado pensa que o Benfica escapa
O Benfica escapa
O Benfica escapa!
O amigo(?!) Melgarejo
O amigo(?!) Melgarejo
Teve uma noite p’ra esquecer
Os Bracarenses podem agradecer
Opá! Deem-lhe um beijo!
Opá! Deem-lhe um beijo!
Opá! Deem-lhe um beijo!
Quando o Zé viu
Quando o Zé viu
O fim do jogo a aparecer
O Benfica quase a perder
Uma noite para esquecer
O Zé fugiu!...
O Zé fugiu!
Nunca mais ninguém o viu
Nunca mais ninguém o viu!
22.08.12
** INSPIRADA NO SENHOR ZÉ (JOSÉ FILIPE COSTA) QUE VIVE INTENSAMENTE OS JOGOS DO BENFICA! ~
O Benfica tinha o Salvio
O Benfica tinha o Salvio...
E o Salvio marcou
E a Luz pulou, e a Luz pulou e a luz pulou
O estádio rebentou
O estádio rebentou!
O Braga tinha o Melgarejo
O Braga tinha o Melgarejo
Lento que nem caranguejo
E ele autogolo marcou
E o Zé desesperou, e o Zé desesperou e o Zé desesperou…
O Braga tinha ainda o Mossoró
O Braga tinha ainda o Mossoró
E o Mossoró marca! No Zé dá um nó
No Zé dá um nó! Até mete dó! Até mete dó!
Quando o Braga marcou o segundo golo
Quando o Braga marcou o segundo golo
Os bracarenses festejavam, cortavam o bolo
De seguida, o Benfica ataca
E Cardozo de penalty marca!
E o Zé aliviado pensa que o Benfica escapa
O Benfica escapa
O Benfica escapa!
O amigo(?!) Melgarejo
O amigo(?!) Melgarejo
Teve uma noite p’ra esquecer
Os Bracarenses podem agradecer
Opá! Deem-lhe um beijo!
Opá! Deem-lhe um beijo!
Opá! Deem-lhe um beijo!
Quando o Zé viu
Quando o Zé viu
O fim do jogo a aparecer
O Benfica quase a perder
Uma noite para esquecer
O Zé fugiu!...
O Zé fugiu!
Nunca mais ninguém o viu
Nunca mais ninguém o viu!
22.08.12
Para quem quiser ouvir o original aqui fica o link:
http://www.youtube.com/watch?v=HKPF9Mr4sok
terça-feira, 21 de agosto de 2012
VEM, AMOR!
Vem amor! Cheirar meu corpo carmim
Sentir o pulsar do meu coração
Vendar meus sentidos com alecrim
Abafar o Inverno com paixão!
Vem! Vem amor! Desprezand’o tempo
Contemplando só estrelas e mar
Como gaivota soprand’o vento
Quero as ondas salgadas beijar!
Vem romper os lençóis de flanela
Sentir o quão esta noit’é bela
Quando dois sorrisos se pretendem
Jamais gestos d’amor são demais! Vem!
Dá-me tudo num abraço breve
Antes qu’o Fado cego me leve!
28.06.12
segunda-feira, 20 de agosto de 2012
RETALHOS SOPRADOS DO CORAÇÃO
domingo, 19 de agosto de 2012
RETALHOS SOPRADOS DO CORAÇÃO
sábado, 18 de agosto de 2012
MENINA DO MAR **
O sol à tardinha beijava-lhe o rosto
Enquanto bebia o aroma do mar
Como se tratasse de um saboroso mosto
Sentia uma quietude
Que a fazia levitar
Sentia uma quietude
Que a fazia levitar
As ondas batendo levemente sobre as rochas
Eram melodia na sua plenitude
Passeavam pelos seus dedos, conchas...
Ao pisar o areal, o seu peito aqueceu
Eram melodia na sua plenitude
Passeavam pelos seus dedos, conchas...
Ao pisar o areal, o seu peito aqueceu
E feliz, (re)pousou na toalha, o corpo adormeceu...
Deixou que anoitecesse
E que o sol à lua cheia cedesse
O olhar
Só assim poderia avistar o (seu) mar...
Anoitecia tantas vezes daquela maneira
Deixou que anoitecesse
E que o sol à lua cheia cedesse
O olhar
Só assim poderia avistar o (seu) mar...
Anoitecia tantas vezes daquela maneira
Que ela se esquecia quem um dia fora...
Com aquela melodia ao ouvido, tão ligeira
Esquecia o tempo, esquecia (d)a hora...
Esquecia o tempo, esquecia (d)a hora...
Doce Menina do Mar
Não queiras acordar
Desse (teu) sonho
Risonho!...
Se um dia alguém te perguntar:
"- Porquê?!"
Sussurra apenas:
"- Sou a Menina do Mar!..."
17.08.12
** Dedicado à amiga Rosa Fonseca
Obrigada pelo carinho, pela partilha e acima de tudo pela amizade!
Beijinho amigo,
Obrigada pelo carinho, pela partilha e acima de tudo pela amizade!
Beijinho amigo,
Jessica Neves
sexta-feira, 17 de agosto de 2012
TRISTE É O POETA
Triste é o poeta
Se nas mãos lhe morre o coração
A tela fica preta
Se em branco está a inspiração!
Triste é o poeta
Quando não tem inspiração
Tudo é uma treta
É como missa sem sacristão!
Oh sim! Triste é o poeta
Quando em vez do sol
Agarra a tempestade
Vai à pesca sem anzol
Vê à noite sem luz a cidade!
Triste é o poeta
Sem "aquela" inspiração
Com papel e caneta
E os versos fugirem da mão!
Oh sim! Triste é o poeta
Como sem telhado é a casa
Como o alvo é sem seta
Como o avião fica sem asa...
Triste é o poeta
Soletrando o seu fim
Se não sente a vida (de cores) repleta
Se sua alma está assim
Incompleta...
Oh! Tristes são os poetas
Olhando vazias suas telas
É como homem sem metas
E noite pobre sem estrelas!
Oh sim, triste
Assim sou eu!...
Quando o mundo insiste
Em me dar um lugar que não é (o) meu!...
17.08.12
quinta-feira, 16 de agosto de 2012
DUETO ROSA FONSECA E JESSICA NEVES - GRITO DE SOLIDÃO
O caminho é longo
Há vida antes de ti
Só a tua presença me consome o coração
É aqui
Em frente ao mar
Onde grito a solidão
Nu(m) agridoce onde ouso navegar
E ouço a tua distante linguagem
Teimo em viajar pelo teu peito,
E naufragar na vertigem da espuma
Loucura dos amantes
Vivos e soltos que nem pluma
Dilaceramos o abandono dos corpos
Na paisagem que fala de nós...
Nas noites submersas (d)e fulgores
De beijos que nos devoram
De olhares que se (p)rendem
Onde poisam aves
Em voos permanentes
Deleitáveis...
Chega a tua voz
(Cl)amando-me num murmúrio
Emerge o meu corpo no teu
Acariciamo-nos numa cumplicidade
Como as ondas são para o mar...
16.08.12
quarta-feira, 15 de agosto de 2012
DUETO ANA COELHO E JESSICA NEVES - CONTRADIÇÕES D'AMOR
Choveu num dia de Verão
Rastejaram verdes memórias
Sementes do vento suão
Crepitaram nos sonhos da demora
Repousei o olhar na sombra do passado
Bebi resquícios de sol até acordar a tempestade
Recordei os momentos a teu lado...
Serás em mim mentira ou falsa verdade?
Bebi resquícios de sol até acordar a tempestade
Recordei os momentos a teu lado...
Serás em mim mentira ou falsa verdade?
A resposta é um quadro inacabado
Tem vértices nas fases da lua
É a cor do hoje tactuado
Nas esferas do futuro onde me perco nua...
Vagueio na incerteza do teu regaço
Na tua carne onde permaneço nua
No calor genuíno do nosso abraço
Diz-me: serei para sempre (tão) tua?!
15.08.12
Tem vértices nas fases da lua
É a cor do hoje tactuado
Nas esferas do futuro onde me perco nua...
Vagueio na incerteza do teu regaço
Na tua carne onde permaneço nua
No calor genuíno do nosso abraço
Diz-me: serei para sempre (tão) tua?!
15.08.12
terça-feira, 14 de agosto de 2012
DUETO ROSA FONSECA E JESSICA NEVES - PROMESSAS (IN)ACABADAS
Deste peito sufocado
Abrindo as palavras
Não estás mais deste lado
Tudo são promessas (in)acabadas
Tecendo breves espumas
Que o vento desfaz...
Desfiando as mais íntimas brumas
Olhando o pôr-do-sol lá atrás...
Como as gaivotas rumo a norte
Buscando em ti, outra sorte
Prender-te no meu horizonte
Fazer dos teus olhos minha fonte
Dos teus braços o interior da noite
Da tua boca provar o teu sabor
Dos beijos (re)colhidos pelos teus lábios em flor
E permanecer para além do tempo…
Da eternidade
Construir contigo castelos de liberdade
sábado, 11 de agosto de 2012
RETALHOS SOPRADOS DO CORAÇÃO
sexta-feira, 10 de agosto de 2012
RETALHOS SOPRADOS DO CORAÇÃO
quinta-feira, 9 de agosto de 2012
RETALHOS SOPRADOS DO CORAÇÃO
Só eu e tu, presos na mesma teia
O amor quer-se até à última ceia
Em pétalas de cetim e de linho
O amor em nós, faz(-se) ninho...
quarta-feira, 8 de agosto de 2012
RETALHOS SOPRADOS DO CORAÇÃO
terça-feira, 7 de agosto de 2012
O LIVRO VAI CHEGAR AO BRASIL! :)
Como é bom sentir o carinho além mar...
Deixo o testemunho de Jadson Simões que irá receber meu livro no Brasil, assim como irei enviar mais alguns... :)
"TEU LIVRO - UMA DÁDIVA PARA PORTUGAL"
"Boa tarde, querida Jessica.
Fiquei deveras feliz ao saber que lançaste o teu livro. Parabens
Quero adquirir um exemplar, diga-me como posso fazê-lo. Quero que autografe.
Espero teu contato.
Bjsss querida. Deus te abençoe, sempre.
Jadson Simões"
Se alguém quiser adquirir o meu livro com ou sem dedicatória (também no Brasil) é só entrar em contato comigo por aqui (através de comentário) ou através do email: jeneves17@gmail.com
Obrigada :) ****
domingo, 5 de agosto de 2012
(E)TERNO LAÇO
Apaga a luz.
Vem nesse tom aceso que me seduz!
Molha-me os lábios. Resgata o salpicado beijo
Que há muito pe(r)di…
Quero afogar-me neste ofegante desejo
Sussurrar porque nunca te esqueci!
Que as mãos loucas
Soltem as roupas
Quero amar cada poro despido de nós
Enlaçar nossos corpos colados e húmidos, a sós...
Oh, como é bom!...
A gula da pele (entre)aberta a dar-se no âmago do jardim
Entre pétalas mar adentro com aroma a ti e a mim
Nu(m) cintilar gémeo sem pudor
Como quem (se) ama a cada carícia
Legítima e incendiada delícia
Arco-íris de prazer e dor
Uivando esta entrega que se estendeu
Noite fora...
Não quero sequer saber se a luz se acendeu!(O amor não tem hora!...)
03.08.12
sábado, 4 de agosto de 2012
RETALHOS SOPRADOS DO CORAÇÃO
sexta-feira, 3 de agosto de 2012
CAIS DE (DES)EMBARQUE - DUETO ROSA FONSECA E JESSICA NEVES
quinta-feira, 2 de agosto de 2012
SOMBRAS DA VIDA - JOSÉ CARLOS BORGES E JESSICA NEVES
Vai e vem pelo cais do (a)mar
Tua silhueta esbelta, hesitante
Na procura de um só olhar
No jogo de cintura e arte aliciante
Tua silhueta esbelta, hesitante
Na procura de um só olhar
No jogo de cintura e arte aliciante
Descem meus olhos pelo teu cais
Perfume que me enternece e incendeia
Lábios acesos não serão demais
Prazer desperta ao pulsar de cada veia
O impulso acrescenta-se ao momento,
A abordagem concretiza no desejo
A vontade de luxúria, a contento,
Nos anseios duma acção sem um lampejo.
Sombras da vida, um sustento
Vendes-te por tão, mas tão pouco
Tantas vezes serves de alento
Neste vai e vem pelo cais louco!
No cais da vida, ignoradas,
À mercê do fingimento
E pelas injúrias. Acarinhadas
Só pelas vagas e pelo vento.
A abordagem concretiza no desejo
A vontade de luxúria, a contento,
Nos anseios duma acção sem um lampejo.
Sombras da vida, um sustento
Vendes-te por tão, mas tão pouco
Tantas vezes serves de alento
Neste vai e vem pelo cais louco!
No cais da vida, ignoradas,
À mercê do fingimento
E pelas injúrias. Acarinhadas
Só pelas vagas e pelo vento.
quarta-feira, 1 de agosto de 2012
GUARDEI AS LÁGRIMAS NO BOLSO
Dei comigo soluçando entre janelas ocas
Escondi-me p’ra não enfrentar a multidão
Despedaçado estava o laço das peles loucas
Restava agora o nada polvilhado de solidão!
Colhi as lágrimas que amachucavam
O lado esquerdo à sombra do peito
E no meu rosto já não poisavam
Gotas d’orvalho fresco, desfeito…
Os meus olhos alimentavam
O que um dia foi nosso, o anel
Em que os corpos encaixavam
Abafados entre favos de mel!
A saudade trazia a quimera
No olhar enlevado em flor
De voltar a ser primavera
E acender de novo o amor!
As mãos desenlaçadas
O peito continuava vazio
As bocas desencontradas
O amor morreu de frio!
Guardei todas as lágrimas no bolso
Nem tu as sentes, nem eu as ouço!
20.07.12
terça-feira, 31 de julho de 2012
SERÁ PECADO (AMAR-TE)?!
Às vezes não sei se amar-te é pecado
Há tanta coisa que nos teus gestos me magoa
Às vezes penso que vivo (n)um filme equivocado
E que ando no mundo só por respirar, à toa…
Às vezes não sei se amar-te é a melhor solução
Viverei eu para sempre neste silêncio errante?!
Nem te preocupas em enfeitar este pobre coração
Amor começa com vogal e não com consoante!
Quanto mais te amo
Mais me menosprezo
Sou pássaro sem asas no ramo
Da árvore sem fruto, preso…
Porque é que sempre que te chamo
Insistes em me calar com esquemas?
Diz-me, porque é que eu ainda te amo
E te continuo a escrever poemas?!
A culpa está embriagada nesta linha
Nem é tua nem nossa, só minha…
Talvez seja mesmo pecado amar-te
O amor assim não tem (a mesma) arte!
07.06.12
Nem é tua nem nossa, só minha…
Talvez seja mesmo pecado amar-te
O amor assim não tem (a mesma) arte!
07.06.12
segunda-feira, 30 de julho de 2012
RETALHOS SOPRADOS DO CORAÇÃO - DUETO COM NIVALDO FERREIRA
Deixo-vos hoje o dueto improvisado que surgiu através dos "Retalhos soprados do coração" publicados ontem e que o Nivaldo Ferreira teve a ousadia de ilustrar.
Espero que gostem!
domingo, 29 de julho de 2012
RETALHOS SOPRADOS DO CORAÇÃO
LIVROS "(SEM) PAPEL E CANETA, (COM) ALMA E CORAÇÃO"
Chegaram na passada sexta feira mais livros "(Sem) Papel e Caneta, (Com) Alma e Coração" :)
Se alguém estiver interessado em adquirir o meu livro de poesia (com (ou sem) dedicatória e em sua casa) é só entrar em contato comigo por aqui ou através do email: jeneves17@gmail.com
A poesia não vive sem o público!
Obrigada :) *****
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