quarta-feira, 24 de abril de 2013
terça-feira, 23 de abril de 2013
DIA DO LIVRO
| Tive direito a presente e tudo com desenhos dos meninos lindos. Muitos deles, a ilustrar,eu a ler-lhes uma história :) |
FOTOS E PALAVRAS EMOCIONADAS DE JESSICA NEVES NA APRESENTAÇÃO DO SEU LIVRO NO IPH
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| A sala muito bem composta |
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| Ana Baptista (senhora d'emoções que também apresentou o seu livro na mesma noite) e Jessica Neves |
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| Ana Baptista sorridente leu um poema do livro de Jessica Neves |
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| Os músicos Miguel Cruz e Duarte Emi |
Hoje além das fotos, partilho as minhas palavras emocionadas na Apresentação do meu livro, inserido na Semana Cultural e nos "Livros com chocolate" no IPH, no dia 12 de Abril.
Palavras essas de Alma e Coração de alguém, que se emocionou com a presença de familiares, amigos e muitos outros que encheram a sala e a minha alma!
1 minuto e 18 intenso mas, curto para gerir tamanhas emoções.
Acabei de publicar o vídeo no youtube :)
Deixo o link para quem quiser ver:
http://www.youtube.com/watch?v=fptKB-8qVbA
A todos os que me acompanham o meu agradecimento é eterno. *****
segunda-feira, 22 de abril de 2013
DUETO TELMO ROLO E JESSICA NEVES - SIMPLESMENTE AMOR
O amor faz nascer
A vida em mim
No que me faz crescer
A viver até ao fim…
O amor
É um poema a dois
Pincelado de cor e dor
Que não se quer para depois!
É um sentimento infinito
De seu belo ser
Entre tudo o que há de mais bonito
Do que todos sonham ter…
Para se atingir a felicidade
Amor é preciso sentir e viver
Nas asas da liberdade
No mais íntimo do ser!
A vida vive
No seu amor
Sem o sentimento sobrevive
Sem viver, ao sobreviver na dor…
Mistura de sentimentos
De sabor agridoce
Sem olhar a contratempos
Quero ter-te na minha posse!
Quero que sejas tu a minha lua
Serei eu o teu sol
Nesta luz que embora tua
Ilumina na luz de um farol
A vida em mim
No que me faz crescer
A viver até ao fim…
O amor
É um poema a dois
Pincelado de cor e dor
Que não se quer para depois!
É um sentimento infinito
De seu belo ser
Entre tudo o que há de mais bonito
Do que todos sonham ter…
Para se atingir a felicidade
Amor é preciso sentir e viver
Nas asas da liberdade
No mais íntimo do ser!
A vida vive
No seu amor
Sem o sentimento sobrevive
Sem viver, ao sobreviver na dor…
Mistura de sentimentos
De sabor agridoce
Sem olhar a contratempos
Quero ter-te na minha posse!
Quero que sejas tu a minha lua
Serei eu o teu sol
Nesta luz que embora tua
Ilumina na luz de um farol
Eu e tu, juntos caminharemos
Com o mesmo olhar
Lado a lado permaneceremos
A amar, amar, amar…
Com o mesmo olhar
Lado a lado permaneceremos
A amar, amar, amar…
domingo, 21 de abril de 2013
sexta-feira, 19 de abril de 2013
SOB A CARENTE PAISAGEM DO RIO ALENQUER
Esta noite pede o sonho aliado à fantasia
Em céu estrelado, sob a carente paisagem do Rio Alenquer
Despe-me o cheiro do teu perfume “Euphoria”
Apetece(s)-me! Deixa-me usufruir do prazer de ser Mulher…
Deixa que se apodere o desejo
Pelo quarto adentro… Apaga a luz!
Acende-me com o néctar demorado do teu beijo
E vem nesse tom rubro que me seduz!
Entrego o meu corpo à (tua) loucura
Forra-me de bronze, prata e ouro
Ama-me agora, sem qualquer censura
Resgata dentro de mim, o maior tesouro!
Conquista-me a cada carícia
Passeia livremente pelo meu regaço
Sorvendo cada gota, de delícia em delícia
Dá-se o enlace da pele num aperto sem espaço!
Genuíno anel em talha dourada
Numa dança envolvente que ousa saciar
Uma cama de rosas em lençóis de mel deitada
Destinada a amar, amar, amar…
quinta-feira, 18 de abril de 2013
IMENSURÁVEL - DUETO KARINNA E JESSICA NEVES
Há tanto para ser dito
Não há palavra que alcance
A imensidão desse sentir
Como o bailado do vento...
Há tanto para ser sentido
Nos versos que carregamos
Como círios voláteis
Em chamas de ternuras no peito...
Há tanto para ser desvendado
No ventre dos teus olhos
As mãos colhem rosas aos molhos
Felizes por te ter a meu lado...
Há tanto, tanto para escrever
Em cascata livre alinhando o poema
Que continuo no amargo dilema
...De querer e nunca ser!
Obrigada poetisa além mar Karinna* por esta primeira partilha poética!
quarta-feira, 17 de abril de 2013
DUETO TERESA TEIXEIRA E JESSICA NEVES - O POEMA DA NOSSA NOITE
A luz escondeu-se nas velas duma falua
E a noite correu, solta e nua
Pela praia, chorando adeuses
E saudades.
Eras tu aceso na minha memória
Entre queixumes e lençóis de glória
Pelo areal ferido, pousava embalado
O passado.
E as ondas, doces
Diziam-te que não fosses,
Que não fosses
Que não fosses...
E se me enlaçasses?!
Pedia-te só que ficasses,
Que ficasses
Que ficasses…
Um pouco
Mais…
O amor é louco
Lutar nunca é demais!...
Ah, mar que me roubaste o lírico canto,
Deixa-me nas águas o reflexo
Do sol que inebriámos!
Ah, sal que nos roubaste o encanto,
Deixa-me sair deste poema sem nexo
Depois do céu que despedaçámos!
17.04.13
Pedia-te só que ficasses,
Que ficasses
Que ficasses…
Um pouco
Mais…
O amor é louco
Lutar nunca é demais!...
Ah, mar que me roubaste o lírico canto,
Deixa-me nas águas o reflexo
Do sol que inebriámos!
Ah, sal que nos roubaste o encanto,
Deixa-me sair deste poema sem nexo
Depois do céu que despedaçámos!
17.04.13
terça-feira, 16 de abril de 2013
A TI, PAI QUE NUNCA CONHECI
As memórias são
escassas
Escapam-se entre os dedos
Pelo meu peito trespassas
Como criança escondendo segredos...
Escapam-se entre os dedos
Pelo meu peito trespassas
Como criança escondendo segredos...
Pai
Queria tocar ao de leve teu rosto
Sentir-te perto de mim e ouvir cada ensinamento
Bebendo da vida, o mosto
Feliz de cada momento
Eternizado, a teu lado...
Queria tocar ao de leve teu rosto
Sentir-te perto de mim e ouvir cada ensinamento
Bebendo da vida, o mosto
Feliz de cada momento
Eternizado, a teu lado...
Nunca te quis passado
acordado
Nesta ferida aberta
Que mata e desconcerta
Um sonho desacreditado...
Nesta ferida aberta
Que mata e desconcerta
Um sonho desacreditado...
Queria apenas o toque
inesperado
Acalmando as noites frias
Usufruir de te ter do meu lado
Como estrela de todos os dias...
Acalmando as noites frias
Usufruir de te ter do meu lado
Como estrela de todos os dias...
Pai
Ainda hoje te tenho como um verso mudo
Vem! Espero-te.
És tudo!
segunda-feira, 15 de abril de 2013
A MINHA ESCOLA (NUM OLHAR DE MENINO)
Do telhado da minha escola
Avisa-se um pouco de tudo
Vejo os rapazes jogando à bola
Lembro-me de quando era miúdo!
Era um génio pequenino
Que Deus um dia inventou
Quase nada mudou
Nem as feições de menino!
Volto sempre aqui…
Oh, minha escola! Pedaço de vida!
Se soubesses o quanto gosto de ti
Lágrimas e vitórias
Guardo numa tela jamais esquecida!
O jogo do lencinho
E até o do pião
Tudo por um docinho
Tudo para dar a mão!
Guardo com tanta nostalgia
Cada brincadeira, cada momento
Olho as faces sem alegria
Qual será o motivo do descontentamento?
Jovens nos bancos do jardim
Mochilas às costas cheias de nada
Olho e penso: -“Eu não era assim
Que malta desconcertada!”
Mentes e chãos poluídos
A campainha soa, mil e um ruídos
Cadernos em branco, adormecidos
Corpos suados, semblantes encardidos…
Preocupações banais
Vícios cada vez mais
A inocência d’antigamente
Passa ao lado, simplesmente!
Vai longe, muito longe
O tempo da minha escola…
Hoje
A azáfama deixou de existir
Os jovens fazem o mínimo
Querem logo desistir!
25.01.13
domingo, 14 de abril de 2013
DUETO TERESA TEIXEIRA E JESSICA NEVES - DOCE POEMA D'HOJE
Um dilema
Cor de ontem
Um poema
Doce d´hoje
Teorema
Sem segredo
Uma gema
No meu dedo
Um anel
Desejado
Com mel
Roubado
Ser fiel
Meu fado
Em papel
De noivado!
Ai amor
Que aventura
No calor
Da nossa cama
O melhor
Do casamento
É a flor
Do sentimento
Ser raiz
Dentro de ti
Sempre quis
Ter-te assim
Ser feliz
Só contigo
Flor-de-lis
Meu abrigo!
Sempre doce
Meu viver
Ai se fosse
Sempre assim
Esta posse
Terna e pura
Ninguém troce
Da ternura
Quero sentir
Este amor
Sem fugir
É tão bom
Usufruir
Deste dom
Colorir
Num só tom.
10.04.13
sexta-feira, 12 de abril de 2013
DUETO JESSICA NEVES E ANA COELHO - PALAVRAS MUDAS NO OLHAR SEM RIMA
Hoje não me atrevo a escrever poesia
Ajeito apenas palavras sem nexo
No meu olhar não há sol nem euforia
E escrever é só mais um pretexto...
Ajeito apenas palavras sem nexo
No meu olhar não há sol nem euforia
E escrever é só mais um pretexto...
Caem palavras
no olhar sem rima
O papel virgem (des)espera
Os lábios (desen)cantam silêncios
Enquanto os dedos pensam calados...
O papel virgem (des)espera
Os lábios (desen)cantam silêncios
Enquanto os dedos pensam calados...
A alma sobressalta desamparada
O peito desvanece em sufoco
As mãos desconsoladas, sem nada
Fazem o coração soprar louco...
Entre alucinações e (in)quietações
Gritam palavras mudas... névoas soltas
Num pedaço de entrelinhas lúcidas
Que teimam em não se esquecer...
E eu questiono tudo à minha volta
As árvores, os pássaros e a liberdade
Até este verso perdido, aqui à solta
Que solta em meu olhar, a tempestade!
30.03.13
quinta-feira, 11 de abril de 2013
INVASÃO
Invadem-me o pensamento
Versos soltos do coração
Será a poesia o alimento
Dum nó que cresce sem razão?
Invade-me o olhar farto, um vasto rio
Serpenteando num labirinto d’emoções
Arrepio mil vezes, o amor morre ao frio
Será que foi mais uma de tantas paixões?!
Invade-me um sussurro em tom de saudade
Des(a)pertando um abraço e um sorriso
Eternas carícias nas asas da liberdade
Acenderiam esta noite qualquer paraíso!
Invades-me noite adentro e levas o sono
Assaltas sem querer, tod’o meu sonho
Em que és o único Homem-menino
Do meu sorriso lavado no olhar cristalino!
Invades-me
E és(-me) tudo
Em cada verso mudo…
Enquanto eu,
Fantasia em corpo de mulher
Sou poeta d’alma fracassada
Esta mistura de ser e não ser
Quase poema, um grande nada!
quarta-feira, 10 de abril de 2013
DUETO JOAQUIM CARMO E JESSICA NEVES - FICA ENTRE NÓS
Será
espanto, mesmo, tudo o que na mente tece
A imagem tão bela de um imenso mar azul?
Será grande loucura o que na vida padece
Quem no seu rumo nunca vê nem norte nem sul?
Digo ao mundo? Não, fica entre nós!...
A imagem tão bela de um imenso mar azul?
Será grande loucura o que na vida padece
Quem no seu rumo nunca vê nem norte nem sul?
Digo ao mundo? Não, fica entre nós!...
É melhor assim! Para degustarmos a sós
O prazer de sentir o mar a correr pelos dedos
O suave sussurro ao ouvido, da sua voz
A loucura que de norte a sul esconde segredos
Digo(-os) ao mundo? Não, fica(m) entre nós!...
O prazer de sentir o mar a correr pelos dedos
O suave sussurro ao ouvido, da sua voz
A loucura que de norte a sul esconde segredos
Digo(-os) ao mundo? Não, fica(m) entre nós!...
E tal
sabor que esta vida nos dá de presente,
Ora doce, ora amargo, será que nos importa?
Pode ser melodia afinada para a gente…
Pode ser um lamento a rondar a nossa porta…
Vai senti-lo o mundo? Não, fica entre nós!...
Ora doce, ora amargo, será que nos importa?
Pode ser melodia afinada para a gente…
Pode ser um lamento a rondar a nossa porta…
Vai senti-lo o mundo? Não, fica entre nós!...
Sabor agridoce do universo em tempo atroz
Com valores distorcidos, aparência ilusória
Pessoas dignas em bancos de jardim a sós
Pessoas interesseiras a pronunciar “Vitória”!
Digo ao mundo?! Não, fica entre nós!
Não vamos deixar que tão terrível agonia,
Grito, aviso, pedido… seja lá o que for
Que, em cada pessoa cresce forte, dia a dia,
Persista em silêncio e a morrer falho de amor:
Digo ao mundo?! Não, fica entre nós!...
Porque a nossa partilha sim, é mais do que bela
É p’ra ser usufruída ternamente, a dois
Não é o céu polvilhado com uma só estrela
É um poema entre luas cheias e mil sóis!
Digo ao mundo?! Não, fica (só) entre nós!
BLOG DE JOAQUIM CARMO: joaquimdocarmo.wordpress.com
APRESENTAÇÃO DO LIVRO NO IPH (GRANJA DO ULMEIRO)
Relembro que esta Sexta-feira, dia 12 de Abril, pelas 20h00, estarei no Instituto Pedro Hispano (Granja do Ulmeiro), a apresentar o meu livro "(Sem) Papel e Caneta, (Com) Alma e Coração"!
Os momentos musicais serão proporcionados pela talentosa dupla: Duarte Emi eMiguel Cruz!
Conto com a vossa presença numa noite repleta de "Livros com chocolate"!
terça-feira, 9 de abril de 2013
DUETO TERESA TEIXEIRA E JESSICA NEVES - O SUMO DOS SILÊNCIOS
Foge-me o vento entre os dedos
Em gomos de rubra romã
Sem querer desnudam-se meus segredos
Cai no pensamento, o tormento do amanhã
Cai-me das mãos o sumo dos silêncios
Que hoje sorvo, em apetites de vermelhos
Temo as sementes, mas mais intenso
É o medo imerso nos espelhos
Que me cristalizam futuros
Por saber.
Que me sinalizam frutos
Por viver.
Que me interpelam a mente
A submergir.
Que me desvelam a quente
O sentir.
Nas dobras de mim, o reverso da medalha
A penumbra nas mãos do poema em sangue lento
De quem sabe Ser, reconhecendo-se migalha
Ou de quem quer ter a eternidade num momento!
08.04.13
Teresa, adorei este nosso entrelaçar de palavras poéticas!
Somos migalhas mas, existimos e a prova disso está neste "Sumo (partilhado) dos silêncios"!
OBRIGADA!
Beijinhos Com Alma e Coração *
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