sábado, 18 de maio de 2013
PRISÃO
Já rasguei todas as fotografias de nós os dois, já mudei de perfume e acabei por trocar também os lençóis.
Já fingi sorrisos na tua presença, só para sentires a minha indiferença.
Vezes sem conta, eu tento não ir por aí… mas meu amor, nada me “arranca” de ti.
sexta-feira, 17 de maio de 2013
SEMANA CULTURAL (FEIRA DO LIVRO) - CASA DE REPOUSO RAINHA SANTA (CERNACHE)
Na passada quarta-feira, fui convidada a estar presente na Semana Cultural na Casa de
Repouso Rainha Santa (Cernache) e foi uma experiência gratificante poder partilhar o meu
livro com pessoas maravilhosas e cultas (muitas delas professoras) que gostam de ler, escrever e cantar! Um encanto! Adorei!
Partilho algumas fotos desta linda visita!
| Uma perspetiva da sala |
| Muitas foram as senhoras que leram/partilharam a minha poesia |
| Também eu li/partilhei a minha poesia |
| Ainda houve tempo para ouvir cantar (o) fado :) |
| Entre bons momentos de conversa, estive a falar com esta senhora que adora escrever, nomeadamente poesia e contos infantis :) Simplesmente adorável! |
| Eu com uma antiga Professora da minha terra :) |
| Outra das senhoras que leu a minha poesia |
| Eu com o único senhor presente na sala |
| Eu (com um lindo arranjo que me foi amavelmente oferecido) e Rita Gomes (que trabalha na Casa de Repouso) |
| Um pouco da Feira do Livro |
quinta-feira, 16 de maio de 2013
SOLIDÃO
A um canto encolhia-se a razão.
O outro era espaçosamente ocupado pelo coração.
Ao centro alastrava a solidão.
quarta-feira, 15 de maio de 2013
"(CON)TEXTOS D'AMOR", PEDAÇOS EM PROSA
Vi a luz apagar-se nos teus olhos e ainda que, impotente estivesse, abandonei o meu ego e caminhei apressadamente na tua direção. Talvez, na esperança de te arrancar um sorriso que fosse capaz de acender o teu olhar (novamente).
Pegaste-me na mão e sorrimos, enquanto as lágrimas (es)corriam pelo corpo todo.
Eu sei, meu amor. Eu sei que ambos temos culpa de ter um coração que sente e mente, ao mesmo tempo.
terça-feira, 14 de maio de 2013
segunda-feira, 13 de maio de 2013
COR DE NADA
No desagasalho do peito
O que arde é fumo dos lençóis
Que pune o olhar sem sóis
Na tempestade desfeito…
São feridas melancólicas
Em rasgos incompletos
São construções alcoólicas
Em fragmentos dispersos…
É um chão sem ponte
Que lavra noites a picotado
Que tece a cor de nada, o horizonte
(Sobre)vivendo arruinado…
Poiso no melhor leito
Entre as horas mornas
Enquanto as linhas tortas
Me amarram o peito…
São cordas desalinhadas
Na penumbra atravessadas
Na tentativa do anel
Sustentar o fio de mel…
…E eu, degrau a degrau
Peço um sorriso emprestado
Embarco na longa solidão
Que nega ter-te do meu lado.
12.05.13
O que arde é fumo dos lençóis
Que pune o olhar sem sóis
Na tempestade desfeito…
São feridas melancólicas
Em rasgos incompletos
São construções alcoólicas
Em fragmentos dispersos…
É um chão sem ponte
Que lavra noites a picotado
Que tece a cor de nada, o horizonte
(Sobre)vivendo arruinado…
Poiso no melhor leito
Entre as horas mornas
Enquanto as linhas tortas
Me amarram o peito…
São cordas desalinhadas
Na penumbra atravessadas
Na tentativa do anel
Sustentar o fio de mel…
…E eu, degrau a degrau
Peço um sorriso emprestado
Embarco na longa solidão
Que nega ter-te do meu lado.
12.05.13
domingo, 12 de maio de 2013
RAÍZES DO DESTINO - DUETO JESSICA NEVES E ANA COELHO
(Ilustração do querido poeta além mar Nivaldo Ferreira)
Hoje deitei as cordas ao rio
Sorri de mim, sem querer
Pus de lado, tod'o arrepio
Que me consome por não te ter...
O sal do olhar é uma maresia vazia
Uma (in)quietude latejante
Que grita silêncios nas brumas
Do nosso tempo...aquele em que te sorri...
Aceito a partida do sol por momentos
Na ausência da pele embrulhada
Nada m’adormece os sentimentos
As noites de lua cheia continuam adiadas…
O teu pulsar é permanente
São as raízes do destino
Que se dobram em nós...com garra
Beijos e afagos lunares que nada nos vai roubar...
O que o fado (quiser) separar
Nossos corações hão-de juntar
Nem que se desdobrem em mil caminhos
Saberão escolher o seu (melhor) lugar.
11.05.13
sábado, 11 de maio de 2013
PARTIDA
As noites não são mais de lua cheia,
desde que o meu corpo se desp(ed)iu do teu.
Desde que parti de ti que a palavra amor,
não faz sentido.
não faz sentido.
AUSÊNCIA DEVIDO À VIDA ACADÉMICA
Venho por este meio,
pedir desculpa a todos os que acompanham o blog pela minha ausência ultimamente
e pela (pouca) quantidade/qualidade dos post's apresentados.
pedir desculpa a todos os que acompanham o blog pela minha ausência ultimamente
e pela (pouca) quantidade/qualidade dos post's apresentados.
A verdade é que, esta semana foi-me quase impossível atualizar este espaço
devido à vida/semana académica em Coimbra!
Por vezes, torna-se complicado conciliar os estudos com a escrita e com o futsal.
Ainda assim, com gosto tudo se faz e vale muito a pena!
Obrigada por me acompanharem diariamente!
Ainda assim, com gosto tudo se faz e vale muito a pena!
Obrigada por me acompanharem diariamente!
Agradeço a vossa compreensão
e prometo voltar, em breve, em força!
e prometo voltar, em breve, em força!
Beijinhos Com Alma e Coração,
Jessica Neves *
sexta-feira, 10 de maio de 2013
quinta-feira, 9 de maio de 2013
DESEJO
Morde-me o corpo
a fervilhar no auge
da ausência de afagos carnais
nu(m) desejo
de te possuir
por inteiro
noite (a)dentro.
quarta-feira, 8 de maio de 2013
terça-feira, 7 de maio de 2013
segunda-feira, 6 de maio de 2013
PÉTALAS DA NOITE

Acorda uma página em branco
Nas mãos de um poema a fermentar
Faz-se a manhã
Com um copo de vinho negro
E um cigarro mal disposto…
São horas de cumprir Março
E os meus olhos entre um gole e outro
Ainda estão a planar
No rigoroso inverno
Deixando que a febre
Se alastre pelo corpo…
Agasalha-me as mãos
Com as pétalas da noite
E morde o silêncio
Em voos de eternos desalinhos
Antes que o nevoeiro surja
E o meu rosto regresse
À agrura do passado
(À frente do presente).
01.05.2013
sexta-feira, 3 de maio de 2013
TODOS TEMOS UM LUGAR NO MUNDO (*)
(*) Texto que venceu o 2º lugar no concurso de opinião "I dont always volunteer but when I do é p'ra SDDH" vale 1 bilhete pontual para a Queima das Fitas de Coimbra
É o sonho que me move e enquanto jovem que sou, não existem limites.
É atrás da experiência e do desafio que corro diariamente.
Sinto que é essencial colocar a minha pele do lado de lá e perceber que precisam de mim, assim como todos precisamos uns dos outros.
Quando me deparo com pessoas de várias idades e culturas e com diferentes ideais, com a simplicidade cravada nos olhos penso, no quão bom é existir e poder contribuir para a sua felicidade, enquanto seres humanos.
Fazer parte do projeto de construção de um futuro melhor de alguém, leva-me também a um crescimento interior enorme, a todos os níveis.
Quando estendo a mão a alguém, não espero nada mais que um sorriso ou um olhar de satisfação, fazendo valer o esforço e dedicação à causa que me dedico. E isso basta-me para encher o coração! É como se me nascesse uma alma nova a cada ligação estabelecida!
No fundo, dou um grande pedaço de mim e sou parte integrante de alguém.
Acabo por estabelecer um genuíno elo de ligação que fica para sempre na memória.
Por dentro e por fora das ações, fica a sensação de dever cumprido e a ambição de querer sempre mais, de ajudar “este” e “aquele”, só para lhes colocar um sorriso no rosto! Nunca é tempo perdido mas sim, ganho!
Todos temos um lugar no mundo, todos somos merecedores de uma vida digna em igualdade e direitos! Todos temos direito a usufruir da liberdade de pensamento e de expressão! Todos devemos contribuir para boas causas e cultivar valores numa sociedade cada vez mais corrompida!
Na esperança de melhorar a realidade, vou fazendo a minha parte e juntando peça por peça, para que um dia se torne possível construir o (meu) puzzle perfeito!
Por fim, peço aos jovens para não deixarem de acreditar nos seus objetivos e para se juntarem ao Voluntariado Jovem, verão que é gratificante!
quinta-feira, 2 de maio de 2013
MICROLITERATURA (LITERATURA EM 140 CARACTERES)
Duas negras luas suspensas
No teu olhar profundo
Novas luas, intensas
Órbitas eternas do mundo
…Sem pertenças
Dá-me do teu céu, num segundo.
(Microdueto com Jorge Pedrosa)
Encontre a página da Microliteratura no Facebook:
https://www.facebook.com/Microliteratura
Encontre a página da Microliteratura no Facebook:
https://www.facebook.com/Microliteratura
quarta-feira, 1 de maio de 2013
terça-feira, 30 de abril de 2013
segunda-feira, 29 de abril de 2013
FUGA - DUETO TERESA TEIXEIRA E JESSICA NEVES
Não sei se chame fuga à iniciação
do teu voo.
Antes um golpe de asa, um reflexo encandeante,
Uma réplica inesperada do impulso que te sou,
Um querer ir mais alto, mais distante,
Ser, enfim, livre – de voltar ao céu que te gerou!
Antes um golpe de asa, um reflexo encandeante,
Uma réplica inesperada do impulso que te sou,
Um querer ir mais alto, mais distante,
Ser, enfim, livre – de voltar ao céu que te gerou!
Meu pássaro azul, minha certeza,
Que a aventura é risco e é beleza!
Não sei se chame bênção à força que te levou
Antes uma ferida no peito, uma dor penetrante,
Uma cama fria com um lençol que a desmanchou,
Um desalento em mim, num desfiar revoltante,
Ser, enfim, sem ti – sem o aroma a que o teu corpo me habituou!
Meu castelo desfeito, minha pobreza,
Que o fado é curto p’ra tanta tristeza!
Só sei que com meus braços nus ainda vou
Cobrir de flores, em equinócios de amante,
Sempre esperando o amor pródigo que ditou
Ser eu a árvore que escolheste para doravante
Folheares, aprendendo com o vento que passou!
Meu poema alado, minha destreza
Que o amor é a maior fonte de riqueza!
28.04.13
BLOG DE TERESA TEIXEIRA:
douroumpoema.blogspot.com
OBRIGADA TERESA!
Adorei mesmo de coração este dueto!
As nossas partilhas poéticas estão cada vez melhores! :)
domingo, 28 de abril de 2013
NO AUGE DA MEMÓRIA
O ventre desliza pelos lençóis da cama morna
E o cheiro da chuva anuncia o teu
Como vento que passa pelo auge da memória
No verniz que pelo meu corpo (te) entorna
Na interrogação do maior ponto de luz no céu
Incapaz de abandonar a (nossa) história…
Enlaço-me e aperto o tempo
Longe, com a tua afável mão
Subjugada à rejeição do meu peito…
É de luto o momento
Em que o coração
Se encontra desfeito.
(Quisera eu sentir-te em mim
Oh!... Mas eu sei que é o fim!…)
Entendo que a vida nem sempre é
Entoada com o canto da vitória
Depois de amanhã talvez, me consiga por de pé
(Por isso, não me visto de preto
Nem ponho de lado, o meu amuleto!)
Guardo no auge da memória
Gestos em momentos detalhados
Que da lembrança, jamais serão apagados!
sábado, 27 de abril de 2013
quinta-feira, 25 de abril de 2013
25 DE ABRIL
Na esperança d’Abril
Em cânticos de revolta
Reivindicar seus direitos mil
A multidão sua voz solta...
Pela democracia e pela verdade
As ruas vestem-se de cravos e afinco
Apregoando o dia da liberdade
Que se comemora a vinte e cinco!
25.04.13
quarta-feira, 24 de abril de 2013
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