
Sou uma lente de contacto
Tocada por qualquer tacto
Movo-me pelo vento
E pela fragilidade do momento
Sou uma leve pena
Muito, muito pequena
Que ao olhar para trás
Aos poucos se desfaz
Sou vidro quebrado transparente
Sou água pura da nascente
Sou uma lágrima nua
Que se rege
Pelo brilho da Lua.
16.10.2011
JORGE PALMA – FRÁGIL
-> http://www.youtube.com/watch?v=Cl7T6u01NsM&feature=related